Nova mc²36 da LAWO: o melhor tornou-se ainda melhor

A LAWO é a marca de referência na área das mesas de som. As mesas LAWO tornaram-se o símbolo da qualidade e o padrão em relação ao qual este equipamento é medido. A série mc² possui todas as características que se exigem de uma mesa de produção áudio em tempos modernos. Seja na área do broadcast, do live, em estúdio ou nos locais mais inóspitos onde se espera qualidade de topo e fiabilidade total, as mesas das série mc² são a única resposta segura. O modelo mc²36 é, desde o seu surgimento, aquele que se tem destacado pelo seu carácter compacto, as características únicas, robustez e qualidade sem par. Na sua categoria, a mc²36 é a melhor. Pois a melhor tornou-se ainda melhor. Baseado no novo A__UHD Core, a nova mc²36 MkII acompanha as exigências do presente e promete acompanhar o futuro. LAWO, não há melhor escolha.

mc²36 MkII

Aqueles que conhecem a LAWO e os desenvolvimentos introduzidos pela marca alemã no domínio das mesas de produção áudio, estarão familiarizados com as recentes melhorias introduzidas nas mesas das séries mc²96 e mc²56 MkII. Estas melhorias chegam agora à compacta mc²36. A inovação neste modelo consiste em proporcionar aos utilizadores que necessitam de uma pequena mesa compacta, capacidades nunca antes disponíveis: Uma mesa IP-native, com um poder impressionante de processamento e conectividade sem precedentes. Mais: a nova mesa não só proporciona a melhor conectividade via IP, mas também as entradas de microfone e saídas da classe LAWO, para além de ligação AES3 e uma porta MADI para ligação a equipamento SDI.

A__UHD Core

A nova mc²36 MkII está agora associada ao A__UHD Core, o que significa que todos os futuros desenvolvimentos se processarão numa plataforma única e que continuará a haver compatibilidade entre as diversas mesas da série mc². A plataforma significa que está aberta uma porta para futuros desenvolvimentos e para novas capacidades de desempenho.

As capacidades da nova mc²36 MkII são absolutamente notáveis. Ora veja aqui algumas:

  • O poder DSP mais que duplica. São 256 canais de processamento, a 48 e a 96 kHz.
  • Vasta cpacidade de I/O. São 864 channels, com ligações locais, que incluem 3 interfaces de rede IP redundantes, 16 entradas mic/linha Lawo-grade, 16 saídas de linha, 8 entradas e saídas AES3, 8 ligações GPIO, e uma porta SFP MADI.
  • IP nativo. A mc²36, alimentada pelo A__UHD Core, é compatível em modo nativo com os standards ST2110, AES67, RAVENNA, and Ember+.
  • Chassis super compacto. O novo chassis é o mais pequeno, e leve jamais construído para a série mc²! Perfeito para uso móvel ou qualquer outra situação em que haja um espaço limitado. há uma versão de 32 vias.
  • Pequena em tamanho, grande em poder. Não se iluda com o tamanho. A nova mc²36 pertence à categoria das mesas mc², com todas as características expectáveis nesta série..
  • Medição de loudness incluída. Controlo de loudness de acordo com a norma ITU 1770 (EBU/R128 or ATSC/A85).
  • Integração total com o seu sistema de desktop. Ligação aos sistemas de gravação, motores de efeitos e computadores externos sem quaisquer problemas.
  • Integração com sistema de Plugins Waves®A mc²36 oferece a melhor integração con o sistema, sem necessidade de juntar ecrãs ou sistemas de controlo extra.

Estas são algumas das características da nova mc²36 MkII da LAWO. Para saber mais veja aqui. Para saber mais ainda sobre o novo modelo, e como satisfazer as suas necessidades específicas, contacte-nos.


Entre já no mundo do Áudio sobre IP

O Áudio sobre IP (AoIP) representa actualmente a grande revolução que decorre em todos os domínios da produção áudio profissional. Do broadcast ao live, na televisão, na rádio, nos teatros e outras estruturas, fixas ou móveis de produção de espectáculos, no desporto, em todos os locais, enfim, cuja operacionalidade depende de redes de intercomunicação e distribuição de sinal. É uma transição imparável, que vai conduzir a uma reconversão total das condições de produção e dos fluxos de trabalho, paralelamente a um aumento da flexibilidade e da qualidade, da economia de processos e da rentabilização de infraestruturas. A STUDIO TECHNOLOGIES oferece-lhe uma linha de produtos baseada no protocolo DANTE, que lhe permite entrar, de forma robusta, mas acessível, neste universo. Falamos-lhe aqui num produto que vai constituir o centro nevrálgico da sua nova rede DANTE, o Modelo 5422 Dante Intercom Audio Engine.

Modelo 5422 Dante Intercom Audio Engine

Já por diversas ocasiões lhe falámos aqui sobre a linha de produtos da STUDIO TECHNOLOGIES, assentes na norma Dante de AoIP. Confira aqui, aqui, aqui, aqui e aqui. Queremos chamar-lhe aqui a atenção para um produto desta empresa americana, o Modelo 5422 Dante Intercom Audio Engine, que acaba de ser alvo de uma significativa actualização do software operativo.

O Modelo 5422 Dante Intercom Audio Engine é uma solução de alto desempenho, económica e flexível, para a criação de circuitos de intercomunicação party-line (PL,) usando com produtos compatíveis com o protocolo Dante. O Modelo 5422 constitui uma poderosa ferramenta também numa série de outras aplicações, desde a mistura áudio em geral e em broadcast em particular, IFB, ou como interface. Este modelo foi concebido para ser usado em instalações de broadcast fixas ou móveis, em estúdios de pós-produção, plateaus de cinema, teatros e outros ambientes de trabalho como espectáculos live, em estruturas fixas ou móveis e instalações desportivas. Apenas necessita de corrente e uma ou duas ligações de rede Ethernet. Com isso, o Modelo 5422 proporcionar-lhe-á uma ferramenta extremamente poderosa, aplicável numa grande variedade de cenários e de fluxos de trabalho. O Modelo 5422 está disponível em três versões, de 16, 32 ou 64 canais de entrada e saída. Veja aqui qual se adequa melhor às suas necessidades.

Poderá ver aqui, em detalhe, as características do Modelo 5422 Dante Intercom Audio Engine e aqui um video com mais informação.

O Modelo 5422 Dante Intercom Audio Engine é compatível com toda a linha de produtos da STUDIO TECHNOLOGIES assente no protocolo DANTE, que inclui os belt packs de intercomunicação de 1, 2 e 4 canais e outros que poderá conferir aqui. Existem ainda soluções que lhe permitem integrar o seu equipamento analógico e digital clássico nas redes DANTE. Deste modo pode fazer uma transição suave para o universo do AoIP, preservando o seu investimento anterior, mas preparado para o futuro.

Consulte-nos para mais informações sobre todas estas possibilidades.


PMC, um monitor de áudio de classe à parte

A PMC é o prestigiado fabricante daqueles que são, indiscutivelmente, os melhores monitores áudio do mundo. A empresa foi galardoada, ao longo dos anos, com os mais importantes prémios da indústria. A PMC é distribuída em Portugal pela Avantools. Se não conhece a ampla linha de soluções oferecida por esta importante marca, é tempo de a ficar a conhecer. E é tempo também de aproveitar para saber qual a melhor solução para a escuta do seu estúdio.

Uma ampla gama de soluções para todas as situações onde a robustez, a fiabilidade e a maior qualidade são os factores mais importantes. Eis o que pode esperar da PMC. Do estúdio caseiro, ao carro de exteriores, passando pelo plateau de cinema, pela sala de controlo dos maiores estúdios de gravação e masterização ou de rádio, as soluções PMC destinam-se a proporcionar a mais alta qualidade e fiabilidade, lá onde elas são mais necessárias: no coração do áudio profissional.

twotwo

A PMC permite-lhe obter o emparelhamento definitivo entre altifalantes e amplificadores com a sua tecnologia patenteada Advanced Transmission Line ™. O que os profissionais, que trabalham nos diversos domínios do áudio, encontram na linha de monitores da PMC é precisão tonal, alta resolução, definição sem paralelo e uma banda dinâmica incomparável. O que os profissionais do áudio encontram nos monitores activos, com crossovers passivos e amplificadores integrados de alta potência da PMC é a ferramenta que lhes dá o som de referência mais fiável. É a escolha, em todo o mundo, de centenas de estúdios e outros espaços, onde a exigência de áudio da melhor qualidade, fiabilidade e robustez é máxima.

BB6-A

Desde sistemas para montagem em parede a sistemas instaláveis em suportes e com capacidade para surround, a PMC oferece-lhe uma linha completa de monitores de referência. Da linha nearfield (que inclui o result6 e os modelos twotwo), aos monitores midfield, culminando nos sistemas de monitores principais como o QB1 XBD-A. Dispõe ainda de uma linha completa de monitores passivos.

QB1 XBD-A

Vai encontrar os produtos PMC nos mais prestigiados estúdios em Portugal e no estrangeiro. Consulte uma lista extensa de análises destes produtos aqui. Consulte as soluções profissionais da PMC aqui. Venha falar connosco para ficar a saber mais sobre a PMC ou para uma demonstração.


SPL series One

A SPL acaba de lançar um notável produto, que os mais exigentes não vão poder dispensar: o Phonitor One. Ligue os seus auscultadores favoritos e tire partido da inultrapassável qualidade desta nova ferramenta para a sua escuta, indispensável as suas tarefas com o som, seja em trabalho, seja em lazer. O Phonitor One é mais do que um novo modelo de equipamento para escuta. É um novo conceito que vai revolucionar seguramente o modo como ouvimos, no estúdio e em casa.

A SPL habituou-nos desde há muito a produtos que se podem agrupar na categoria da excelência. A palavra quer dizer, neste caso, inovação, qualidade, design, fiabilidade e solidez, as caracterísitcas que sempre distinguiram e continuam distinguir a marca alemã. O novo Phonitor One está nessa categoria, mas às características apontadas junta-lhe uma outra: estamos aqui perante um produto produto revolucionário, que vai certamente transformar fluxos de trabalho tradicionais e se vai tornar ferramenta básica para quem escuta, seja profissional, no estúdio, seja um exigente apreciador da mais alta qualidade do som.

O Phonitor One é um amplificador especialmente concebido para ser usado com auscultadores. Com uma diferença: ligue as saídas analógicas directas do seu equipamento analógico ou as saídas digitais directas do seu equipamento digital (leitor de CD/DVD, computador, tablet ou smartphone) ao Phonitor One e os seus circuitos, especialmente desenhados para reconstruir e reproduzir o sinal, vão permitir-lhe desfrutar do melhor som que jamais poderá obter. Indispensável para o profissional, utilizável para uma escuta fiel na mistura ou na masterização do som, mas utilizável também pelo audiófilo exigente, para a sua escuta pessoal. Ouvirá o palco sonoro dos seus registos como não foi possível, até agora, com qualquer outro equipamento. Graças ao revolucionário Phonitor Matrix é possível fazer variar o crossfeed entre canais e obter assim uma reprodução semelhante à que se obtém com um sistema de altifalantes.

Tudo isto graças ao desenho dos circuitos deste novo e revolucionário aparelho. Dois pré-amplificadores Burr-Brown OPA 2134 SoundPlus™ asseguram um estágio de pré-amplificação da mais alta qualidade. Ligue duas fontes analógicas via entradas balanceadas (TSR) ou não balanceadas (RCA), ligue as fontes digitais de um leitor de CD, computador ou do equipamento móvel (tablet ou smartphone.) O conversor DA, 32 bit, Velvet Sound ™ reproduz o som em frequências de amostragem até 768 kHz ou DSD4. O Phonitor One vem em dois modelos. Com as saídas de linha do Phonitor One D dispõe de um conversor DA, state of the art, até 768 kHz.

Mais um triunfo da engenharia da SPL. Consulte toda a informação que necessita sobre o novo Phonitor One aqui e sobre o Phonitor One D aqui. Venha falar connosco para mais informações e demonstrações.


NEOS da SPL, o melhor de dois mundos

Perfeita, em todos os aspectos, a NEOS da SPL é a mesa para ocupar o lugar central de qualquer estúdio. Se o seu objectivo é a produção de som ou música e qualidade é a sua palavra chave e o seu factor distintivo, se quer integrar, de forma exemplar analógico e digital, se quer uma mesa capaz de controlar diversos recursos do seu estúdio, só tem uma opção: a NEOS.

A nova NEOS da SPL

Quando se misturam diferentes pistas de uma sessão de gravação pretende-se combinar essas pistas num formato final, normalmente, duas pistas estéreo. Outros formatos são possíveis, como no caso dos sistemas surround, 5.1, 7.1, 11.1, DTS, Dolby Atmos ou Sony 360 Reality Audio, por exemplo, entre outros. Ou mais ainda, em casos especiais, como instalações, espectáculos de teatro ou concertos esse número pode ainda aumentar. O que, em qualquer caso está a acontecer é a combinação de um número variável de sinais de entrada (que pode chegar às muitas centenas, no caso do cinema, por exemplo) para um desses formatos de saída descritos anteriormente. O que uma mesa de mistura faz é a integração desses sinais de entrada e a sua distribuição por essas vias de saída, seja para uma sub-mistura ou para fixação num qualquer sistema de registo, seja ainda para a sua transmissão ao vivo, num espectáculo, via rádio ou televisão. O processo de integração dos sinais de entrada e distribuição pelos canais de saída é o somatório (em inglês summing)

nova Neos, muito compacta

Originalmente, na era pré-electrónica, o primeiro responsável pelo somatório dos diferentes sinais era o próprio executante, músico ou actor, ou o maestro, cuja função era a de equilibrar, ao vivo, a dinâmica dos sinais de modo a produzir uma mistura harmoniosa, para assim chegar directamente aos ouvidos do ouvinte ou espectador. Com o advento da electrónica, da captação através de vários microfones e da multiplicação de plataformas de registo e transmissão, surgiu a mesa de mistura. Esta permitiu controlar fisicamente a voltagem dos diferentes sinais que chegavam à mesa de mistura. A passagem para a era digital permitiu que a mistura passasse a ser feita sempre no domínio do digital, isto é, o que na realidade se está a fazer é somar zeros e uns. É o método mais corrente utilizado hoje. O debate entre a qualidade do som integrado (summed) analogicamente ou digitalmente é um clássico, e a opção por um ou por outro método tem os seus méritos e deméritos. O que sai de um estúdio tem de ser da melhor qualidade, é ponto assente. Mas, em última análise, cabe ao ouvido final do produtor a escolha. Comum a todos os detractores do summing digital é a sua falta de perspectiva, com os diferentes sinais como que esmagados contra uma superfície plana. O summing analógico mantém uma profundidade e uma margem de operação neste domínio, um pouco, se se quiser, como, na fotografia, o fotógrafo joga com a profundidade de campo. O exemplo, aliás, da fotografia com e sem profundidade de campo é particularmente esclarecedor.

Existem várias soluções no mercado para a mistura analógica. A AVANTOOLS propõe-lhe a NEOS da SPL.

Esta é uma mesa notável, dispondo de um conjunto assinalável de vantagens. Integra-se perfeitamente com a sua DAW, mas permite fazer o summing analógico, mantendo assim essa tal margem de manobra e assegurando a profundidade de campo que falta ao digital. Proporciona, por isso, uma qualidade de som superior não alcançável numa solução totalmente digital. A NEOS é uma mesa de 24 vias, de mistura ou integração, muito compacta, com faders estéreo e controladores de panorama. É também o primeiro produto deste tipo a utilizar a tecnologia 120V rail, o que lhe confere uma qualidade superior e características de funcionamento especiais. Fique a saber mais sobre esta tecnologia e sobre a razão das excepcionais qualidade sonoras que proporciona aqui. Esta é a tecnologia usada, por exemplo, nos notáveis pré-amplificadores modelo Crescendo e no novo Crescendo Duo, sobre os quais falámos aqui e aqui. A NEOS constitui ainda um sistema de controlo do seu estúdio, através do seu esquema integrado de I/O.

Veja este video sobre a nova NEOS.

Saiba mais sobre a NEOS e aproveite para saber mais ainda sobre a diversificada linha de produtos da SPL. Para mais esclarecimentos contactando-nos para demonstrações, para obter mais informação sobre estes produtos e condições de aquisição dos equipamento SPL.


O mundo como palco e como estúdio

Imagine um concerto num palco em Sidney. A captação feita in loco, a mistura em Berlim, pós-produção em Toronto e pontos de escuta em Nova Iorque e Lisboa. Agora imagine todo este conjunto de valências a funcionar remotamente, mas em simultâneo. Dentro dos mais altos padrões de qualidade. Com os melhores profissionais a operar o melhor e mais adequado equipamento para cada uma das operações, em cada um desses locais. Sem deslocações e com os custos de transporte de pessoal e equipamentos reduzidos ao mínimo. Imagine as vantagens e os benefícios. Calcule o impacto que isto tem no ambiente. A RIEDEL deu uma ajuda para manter um complexo circuito deste tipo em uníssono, num recente projecto de concerto, gravação, mistura e masterização simultânea. Bem-vindo à produção áudio para o século XXI.

Remote Operations Center (RIEDEL, Wuppertal)

Remote Recording Network (RRN) é uma estrutura especializada em gravação de concertos, Live Broadcast, produção, mistura e masterização remota, e ainda áudio 3D. O seu quartel general é em Solingen, na Alemanha. A sua filosofia de actuação pode ser apreciada aqui.

Recentemente, um novo projecto colocou em marcha uma solução que parece apontar para um futuro sustentável da indústria de produção musical, limitando-lhe o impacto ecológico sem comprometer o nível de qualidade exigível a esta dimensão de trabalho, mas proporcionando um alargamento do impacto artístico sem precedentes. Tratou-se do concerto do cantor Peter Maffay, acompanhado por um grupo de músicos locais no Steintor-Varietè, em Halle, na Alemanha. Trata-se de uma prestigiada e renovada sala, com capacidade para 1000 espectadores, construída em 1889.

Quanto Maffay entrou em palco, para um concerto acústico que teve lugar em 13 de Abril último, uma equipa fazia a captação, enquanto uma segunda equipa misturava no local, usando os recursos do RRN, como FOH remoto, enquanto uma segunda equipa masterizava este resultado remotamente do Studio Boecker, em Colónia. Os vários locais estavam ligados através do Remote Operations Center (ROC), da RIEDEL, em Wuppertal. O ROC, que serve uma variedade de situações de produção, desde eventos das mais variadas naturezas — artística, live broadcast, desportivos, etc. —, constituiu o núcleo central de comunicações e de transmissão de sinal para toda esta operação. Daqui, os engenheiros do ROC monitorizaram as comunicações, configuraram remotamente os diferentes sinais gerados e transmitiram todos os streams que corriam entre a sala e o estúdio. Uma operação complexa e exigente, tornada possível graças à tecnologia RIEDEL.

Studio Bocker

Saiba mais sobre este acontecimento aqui e aqui. Saiba mais sobre a RIEDEL e as suas soluções. Venha conhecer ainda mais falando connosco. Fique a a saber como, juntamente com a RIEDEL, poderemos satisfazer as suas exigências, por mais simples ou complexas que se afigurem. Bem vindo à produção do futuro.


SPIRE STUDIO, e o resto é história

Até há á 48 anos, a possibilidade de registar múltiplas pistas num mesmo gravador, fora de um estúdio, estava reservada a apenas alguns privilegiados. Com alguns truques, era possível enganar a máquina e gravar uma pista de áudio sobre outra previamente gravada. O processo era mais barato, mas moroso e a qualidade permitia, no máximo, esboçar grosseiramente uma nova música ou arranjo. Depois apareceram os portastudios. E depois veio o digital. Hoje o estúdio acompanha-o, para onde quer que se desloque, com uma qualidade que nem as despendiosas máquinas de estúdio conseguiriam atingir. O SPIRE STUDIO da iZotope é uma destas novas máquinas, a mais poderosa desta linha. Um estúdio inteiro numa pequena caixa que você guarda na mochila.

Os primeiros gravadores multipista surgiram em 1955, fruto da ideia de Les Paul. Esse mesmo, que deu nome à famosa guitarra da Gibson. Um feito conseguido pela Ampex, a primeira a produzir estas máquinas de 8 pistas. Antes dos gravadores multipista, uma gravação requeria a presença simutânea de todos os músicos e cantores intervenientes, e qualquer engano significava ter de refazer a gravação do início. A gravação multipista introduziu uma revolução no mundo da música. Mas não só. Também no cinema, por exemplo, o trabalho de montagem síncrona da banda sonora — que envolvia até então o uso de uma máquina, gravador ou giradiscos, por cada pista de áudio e complicadas operações de bouncing — ficou enormemente facilitado. A gravação multipista significou uma profunda revolução na produção áudio.

Ampex 8 track de Les Paul

A captação síncrona de vários instrumentos era assim o privilégio reservado a quem podia comprar ou alugar uma máquina cujo preço original rondava os $10,000. Caras, pesadas, de difícil e delicada manutenção. Técnicas como o sound-on-sound permitiam gravar vários instrumentos, desligando a cabeça de desgravar e sobrepondo as gravações. Um processo análogo à múltipla exposição de um negativo, no mundo da fotografia. Na verdade estes processos — que davam resultados de má qualidade — antecederam a gravação multipista, mas continuaram a ser usado na esfera amadora e em certas formas de arte sonora. É em 1972 que surgem os primeiros gravadores multipista em cassete, que ficaram conhecidos como portastudios. De qualidade, naturalmente, inferior aos gravadores de fita profissionais, mas muito mais acessíveis e permitindo a obtenção de uma qualidade, de longe, superior à que seria possível usando métodos como o sound-on-sound ou semelhantes. O uso destes gravadores, que constituiram sucessos de vendas para a Fostex e para a Tascam, estava ainda reservado à produção de maquetas ou ao esboço de orquestrações. Até que em 1981, Bruce Springstein usou maquetas, produzidas num destes gravadores directamente no seu álbum Nebraska. Foi o triunfo definitivo do portastudio e deste conceito, O sucesso do álbum ajudou a catapultar o prestígio do gravador multipista de cassete.

Tascam 4 track mod. 144

Depois disso, o desenvolvimento da tecnologia, em particular das cassetes, permitiu o aumento de número de pistas. Entretanto, inicia-se a revolução do áudio digital, com o aparecimento de formatos como o DAT e mais tarde a gravação para disco rígido. A digitalização permitiu o aparecimento de equipamentos cada vez mais compactos, com maior qualidade e com cada vez mais funções associadas, custando uma fracção do preço dos equipamentos anteriores. Abriram também as portas à gravação e montagem não linear e a uma comunicação entre equipamentos mais simples e eficaz.

É no culminar deste processo que surge o SPIRE STUDIO da iZotope, a expressão última de todo este conceito de estúdio portátil. Este é o modelo mais compacto, versátil e poderoso estúdio multipista digital disponível no mercado.

Spire Studio da iZotope

O SPIRE STUDIO detecta o instrumento e automaticamente calibra o seu nível de entrada, ajustando a sua curva de resposta para lhe dar o necessário destaque na mistura final. Permite gravar e misturar até oito pistas e publicar de imediato.O SPIRE STUDIO combina o hardware da mais alta qualidade com o software de topo da iZotope, numa pequena unidade, muito flexível e totalmente protátil, pronta a entrar em acção onde quer que dela necessite. Através da sua função soundcheck o SPIRE STUDIO detecta o tipo de sinal de entrada e ajusta os seus parâmetros internos para produzir o melhor sinal possível. Os sinais podem vir dos seus parceiros da banda, no seu local de ensaio, numa apresentação pública, local ou remotamente. Com gravação directa ou através de uma rede wireless. Depois de tudo registado, a sua outra função enhance — um exclusivo que provém directamente do OZONE, o software de referência, para mistura e masterização, da iZotope — vai-lhe permitir polir os seus sons antes de eles poderem ser conhecidos pelo mundo.

Veja todas as características do SPIRE STUDIO aqui. Leia aqui um outro artigo sobre este modelo. Veja aqui diversos videos. Contacte-nos para saber mais ainda sobre esta notável ferramenta e outros produtos iZotope.


A Arte do Software

A produção áudio passa hoje, quase exclusivamente, pela aplicação de ferramentas de software. No estúdio, na régie, na rádio ou no palco todas as operações executadas e todos os equipamentos utilizados são comandados por software. Da operação mais geral e básica, até à operação mais complicada e especializada, o software permite o controlo de todos os aspectos da produção profissional e de todos os parâmetros do som. A AVANTOOLS dispõe de uma selecção muito vasta de soluções de software que cobrem todas as suas necessidades.

A AVANTOOLS foi a empresa pioneira na introdução do áudio digital em Portugal. As primeiras soluções que surgiram no mercado e marcaram a migração da produção áudio do analógico para o digital foram disponibilizadas pela nossa empresa. É uma experiência única e muito profunda, que se foi enriquecendo à medida que este sector foi evoluindo. Algumas das nossas marcas são, desde o início deste processo, pontos incontornáveis de referência neste mercado, que pela sua própria natureza está constantemente em actualização e evolução.

Para a iZotope o seu maior desígnio é a qualidade do som. A empresa oferece soluções baseadas nas mais avançadas técnicas de design de software, e ajuda operadores, músicos e produtores nas suas tarefas, focando-se ssim na sua criatividade e libertando-se do fantasma ou do peso da tecnologia. Soluções baseadas em IA e aprendizagem de máquina que proporcionam ferramentas. Destaque, por exemplo, para o RX7, o Neutron 3 ou o Ozone 9. Produtos que conquistaram o mercado e ganharam inúmeros prémios que atestam a sua qualidade e aceitação.

A WAVES é a líder mundial na produção de software áudio e de processamento de sinal. Uma carreira que foi construída desde 1992 e que conta com a AVANTOOLS desde a primeira hora como sua distribuidora em Portugal. A WAVES oferece software Native e SoundGrid nos diferentes formatos VST, TDM, RTAS e AU, para as plataformas mais conhecidas: Pro Tools, Logic, Cubase ou Ableton, por exemplo.

A SONNOX surge da herança dos fabricantes da primeira mesa digital, com qualidade broadcast surgida no mercado, a Oxford. Uma experiência acumulada desde os anos 80, pois, que a SONNOX pôs ao dispor de um público mais alargado, com a oferta de software que se destina a todas as áreas de produção áudio. Trabalhando em associação com Avid, a Universal Audio ou a Fraunhofer, a SONNOX distingue-se, sobretudo, pelos seus celebrados plugins de equalização e processamento dinâmico.

A McDSP é uma companhia fundada em 1998, cuja tecnologia se aplica a todas as mais populares DAW incluindo o Pro Tools, Logic, Cubase, e os Avid live sound systems. Os algoritmos áudio desenvolvidos pela McDSP podem ainda ser encontrados em produtos desenvolvidos por empresas como a Audiokinetic, a Bioware, ou a Microsoft, e em produtos da linha de consumo como o iOS audio player da LouderLogic.

A AUDIO EASE é uma das mais inovadoras empresas de desenvolvimento de software áudio. Tem sede em Utrecht (Holanda). Conhecida sobretudo pelo Altiverb, o primeiro e mais conceituado plugin de reverberação baseado no método da convolução. Outros produtos de processamento de espaço acústico produzidos pelo fabricante holandês, que têm lugar nas produções musicias mais exigentes e também no video e no cinema.

Outros fabricantes de software, que também produzem harware, fazem parceria connosco. É o caso da CEDAR AUDIO. Para além dos seus conhecidos equipamentos integrados de processamento de sinal, a CEDAR AUDIO oferece ainda soluções apenas de software para a maior parte dos seus celebrados algoritmos de processamento de sinal e redução de ruído.

É o caso também da RTW, a empresa alemã especializada em equipamento de medição de sinal áudio. Para além das suas soluções intergradas, a RTW oferece também soluções em formato plugin, compatíveis com todas as plataformas digitais de captação e edição, para além de ter o seu software integrado em produtos de outras companhias, como é o caso da LAWO.

É o caso, ainda, da EVENTIDE, que para além da sua extensa e celebrada linha de hardware, marca também presença nesta área com inovadoras soluções de software, em formato plugin, muitos deles versões neste formato de equipamento de estúdio que trouxe muito justamente fama à empresa, como é o caso do H3000.

Finalmente, a SONARWORKS, é a empresa fundada em 2012, especializada no desenvolvimento de software de referência para monição. Destaque neste momento para o Reference 4, o software que calibra os seus monitores de estúdio e auscultadores, para que produza uma mistura fiável em qualquer sistema.

São estas algumas das soluções que temos para si, no domínio do software. Visite o nosso site, veja os inúmeros videos que lhe disponibilizamos sobre estes e outros produtos. Através dos links das empresas encontrará também muita informação adcional, escrita e em video, sobre os produtos por elas disponiibilzados. Contacte-nos para saber mais sobre as soluções de software que aqui lhe propomos, para as testar ou para alguma oferta especial.


DNS ou a genética do som

Se não acredita em milagres, há um produto da CEDAR AUDIO que lhe pode restaurar a fé. Se quiser testemunhar um, vá lá, quase milagre, ouça um modelo equipado com tecnologia DNS em acção. O que estes modelos da prestigida marca inglesa fazem pelo som está nesta categoria do quase milagre. Se precisa de recuperar gravações antigas, retirar ruído de captações feitas em condições deficientes ou, simplesmente, tornar perfeita a gravação quase perfeita, a tecnologia DNS da CEDAR AUDIO é solução para si. Vem em diversas versões, cada uma ajustada às suas necessidades. Em qualquer caso, a origem do som perfeito.

DNS 8D

A tecnologia criada pela CEDAR AUDIO conhecida como Dialogue Noise Suppression (DNS) visa eliminar ruído indesejável do sinal áudio. Seja durante o processo de captação, para transmissão ou registo, seja depois de registado. Com a tecnologia DNS é possível eliminar ruído de tráfego, ar condicionado, vento, chuva ou qualquer forma de ruído de fundo. É possível ainda compensar casos de uma posição desfavorável do microfone ou reverberação excessiva. Nestes e noutros casos, o processo raia o milagre.

Até esta tecnologia surgir, a supressão de ruído do sinal áudio assentava em complicados processos como o uso de filtros passa-baixo, noise gates, processadores dinâmicos e outros sistemas de redução de ruído. Todos eles se revelaram excepcionalemtne complexos, mas sobretudo altamente ineficazes. Os filtros não descriminam entre sinal e o ruído que se pretende eliminar, os noise gates não funcionam quando o sinal está presente e produzem descontinuidades desagradáveis entre o ruído e o sinal. Outros sistemas produzem distorção, ruído tipo impulsivo e outros efeitos inceitáveis. A tecnolodia DNS suprimiu todos estes problemas e o seu sucesso traduziu-se pela atribuição de inúmeros prémios, designadamente um da Academy of Motion Picture Arts and Sciences.

DNS 2

Desde a sua criação, a tecnologia DNS foi subsequentemente implementada em numerosos produtos da linha oferecida pela CEDAR AUDIO. Em formato de hardware, com o DNS1000 e produtos afins. Em software, com o DNS One e outros. Agora esta tecnologia foi redesenhada tendo em conta aplicações em que a portabilidade e velocidade de processamento são factors chave. É o caso do DNS 2, portátil, 2 canais (particularmente destinado ao broadcast, cinema, video e live) sobre o qual falámos aqui e aqui. Ou o DNS 8, multicanal (especialmente adequado a situações de estúdio, broadcast, rádio), que se apresenta agora equipado com tecnologia DANTE, o DNS 8D. Pesquise a nossa secção de Notícias para mais informação, usando CEDAR AUDIO como palavra-chave.

Saiba mais sobre a linha de produtos da CEDAR AUDIO, incluindo alguns videos sobre estes modelos e leia aqui e aqui exemplos de algumas aplicações recentes desta tecnologia.

Venha ouvir para crer. Venha testemunhar o milagre CEDAR AUDIO e ouça com os seus prórios ouvidos o que esta tecnologia lhe pode proporcionar.


Avé Nero!

NERO é um novo equipamento da AUDIENT, que lhe permite controlar toda a monição do seu estúdio e muito mais. Mil funções, numa unidade cujo tamanho compacto parece esconder as possibilidades e o tremendo potencial que encerra. Uma ferramenta absolutamente imprescindível no seu estúdio, seja qual for a sua dimensão ou a natureza do seu trabalho.

O NERO é um controlador que estava destinado ao sucesso desde o momento em que foi lançado. Falámos das suas capacidades aqui e aqui. Após o seu lançamento, o NERO apenas cumpriu o destino a que estava fadado: tornar-se cada vez mais uma ferramenta imprescindível nos estúdios, de qualquer dimensão, por esse mundo fora e demonstrar a justeza da AUDIENT em o ter incluído na sua linha de produtos. As opiniões sobre o novo NERO são unânimes ao destacar a sua enorme utilidade, flexibilidade, facilidade de operação e cuidado design.

A Musitech chama a atenção para a imprescindibilidade num estúdio, com várias salas de operação e sistema de monição, de um qualquer sistema de controlo e endereçamento dos sistemas de monição. O NERO, com o seu hardware dedicado, é a solução prática para lidar com estas exigências. A Gearslutz destaca o modo como o NERO ultrapassa produtos similares em facilidade de operação e funções. A Sound on Sound lembra como a AUDIENT, um fabricante com longa e larguíssima experiência no desenho e produção de equipamento de topo para estúdio, sabe umas coisas sobre o modo como construir um aparelho com as caracterísitca do NERO. A Mixdown reconhece que o NERO tem tudo o que é preciso num equipamento deste tipo. A Production Expert convida os seus leitores a pensar no NERO como o centro nevrálgico de uma mesa de mistura, sem a mesa de mistura e adverte: “é tempo de tomar o controlo dos seus monitores.”

Para a AUDIENT, o NERO é a “arte do controlo,” ancorado em mais de 20 anos de experiência na construção de mesas de mistura analógicas, lembrando que foi concebido para lhe oferecer um controlo total sobre os seus sistemas de monição. Com um sistema de I/O poderoso, operação no estilo de uma mesa de mistura, e uma tecnoloogia de atenuação de alta precisão e muito mais, o NERO, adverte a AUDIENT, tornar-se-á rapidamente o coração do seu estúdio.

Para além do que anteriormente publicámos sobre o NERO, poderá ficar a saber mais aqui. Melhor: se quiser saber mais ainda ou ver esta nova e poderosa ferramenta em acção, venha falar connosco.