SPL series One

A SPL acaba de lançar um notável produto, que os mais exigentes não vão poder dispensar: o Phonitor One. Ligue os seus auscultadores favoritos e tire partido da inultrapassável qualidade desta nova ferramenta para a sua escuta, indispensável as suas tarefas com o som, seja em trabalho, seja em lazer. O Phonitor One é mais do que um novo modelo de equipamento para escuta. É um novo conceito que vai revolucionar seguramente o modo como ouvimos, no estúdio e em casa.

A SPL habituou-nos desde há muito a produtos que se podem agrupar na categoria da excelência. A palavra quer dizer, neste caso, inovação, qualidade, design, fiabilidade e solidez, as caracterísitcas que sempre distinguiram e continuam distinguir a marca alemã. O novo Phonitor One está nessa categoria, mas às características apontadas junta-lhe uma outra: estamos aqui perante um produto produto revolucionário, que vai certamente transformar fluxos de trabalho tradicionais e se vai tornar ferramenta básica para quem escuta, seja profissional, no estúdio, seja um exigente apreciador da mais alta qualidade do som.

O Phonitor One é um amplificador especialmente concebido para ser usado com auscultadores. Com uma diferença: ligue as saídas analógicas directas do seu equipamento analógico ou as saídas digitais directas do seu equipamento digital (leitor de CD/DVD, computador, tablet ou smartphone) ao Phonitor One e os seus circuitos, especialmente desenhados para reconstruir e reproduzir o sinal, vão permitir-lhe desfrutar do melhor som que jamais poderá obter. Indispensável para o profissional, utilizável para uma escuta fiel na mistura ou na masterização do som, mas utilizável também pelo audiófilo exigente, para a sua escuta pessoal. Ouvirá o palco sonoro dos seus registos como não foi possível, até agora, com qualquer outro equipamento. Graças ao revolucionário Phonitor Matrix é possível fazer variar o crossfeed entre canais e obter assim uma reprodução semelhante à que se obtém com um sistema de altifalantes.

Tudo isto graças ao desenho dos circuitos deste novo e revolucionário aparelho. Dois pré-amplificadores Burr-Brown OPA 2134 SoundPlus™ asseguram um estágio de pré-amplificação da mais alta qualidade. Ligue duas fontes analógicas via entradas balanceadas (TSR) ou não balanceadas (RCA), ligue as fontes digitais de um leitor de CD, computador ou do equipamento móvel (tablet ou smartphone.) O conversor DA, 32 bit, Velvet Sound ™ reproduz o som em frequências de amostragem até 768 kHz ou DSD4. O Phonitor One vem em dois modelos. Com as saídas de linha do Phonitor One D dispõe de um conversor DA, state of the art, até 768 kHz.

Mais um triunfo da engenharia da SPL. Consulte toda a informação que necessita sobre o novo Phonitor One aqui e sobre o Phonitor One D aqui. Venha falar connosco para mais informações e demonstrações.


Novas soluções para novos problemas, com a tecnologia LAWO

Uma solução original para a Ópera de Zurique. Em tempos de problemas invulgares, uma grande orquestra, um grande coro e um grande centro de artes encontram uma solução invulgar. Para manter a distância foi concebida uma forma de compatibilizar e viabilizar as actividades artísticas com as determinações ditadas pelas autoridades de saúde relativamente à pandemia. A solução tem por base a engenharia e a tecnologia LAWO, especialmente adaptada para este efeito. Estamos perante uma solução que resolve os vários problemas entre mãos, mas aponta também caminhos futuros e novos modos possíveis de funcionamento.

A Ópera de Zurique é um grande centro de produção artística, com pergaminhos antigos e uma intensa actividade de enorme significativa dimensão. Ópera, opereta, bailado são alguns dos pontos fortes da intensa programação. Com a pandemia e as restrições daí decorrentes, foi necessário implementar regras, não só, para os espectadores, mas adaptar novas regras de trabalho que satisfizessem as condições sanitárias impostas pelas autoridades.

Tendo em conta as dimensões do fosso de orquestra, não era possível manter distâncias de segurança entre os músicos, o mesmo acontecendo com o coro. A solução encontrada foi a de usar o modelo do palco flutuante do Festival de Bregenz (falámos aqui sobre o papel da LAWO neste festival). Esta solução assegurou a reprodução do som da orquestra na sala principal, enquanto o sinal vídeo do maestro era transmitido aos músicos, e a comunicação entre o palco, a sala de ensaios e outros locais tecnicamente relevantes era igualmente assegurada. A solução permitiu a transmissão do sinal áudio e vídeo, sem latência e permitiu novas possibilidades de retransmissão do programa. A solução permite ainda interface fácil em aplicações via broadcast.

No total foram utilizadas nesta solução uma Compact I/O stagebox, uma mesa mc²36 “all-in-one” de 24 vias e, com a utilização de um V__remote4 para converter os sinais AV signals, um interface de 4 canais. bidirectional, de Video-over-IP , com 4 entradas e saídas locais SDI, e outras ferramentas necessárias à WAN. Um V__remote4 adicional foi colocado na ópera, com mais uma mesa LAWO mc²56, instalada em 2018, tendo o seu Nova73HD core sido actualizado para o efeito com um interface RAVENNA e SFPs. Pode ver aqui todos os detalhes técnicos da solução encontrada.

Novos desafios solucionados com a experiência e a tecnologia da LAWO. Contacte-nos para saber mais sobre todas estas soluções.


NEOS da SPL, o melhor de dois mundos

Perfeita, em todos os aspectos, a NEOS da SPL é a mesa para ocupar o lugar central de qualquer estúdio. Se o seu objectivo é a produção de som ou música e qualidade é a sua palavra chave e o seu factor distintivo, se quer integrar, de forma exemplar analógico e digital, se quer uma mesa capaz de controlar diversos recursos do seu estúdio, só tem uma opção: a NEOS.

A nova NEOS da SPL

Quando se misturam diferentes pistas de uma sessão de gravação pretende-se combinar essas pistas num formato final, normalmente, duas pistas estéreo. Outros formatos são possíveis, como no caso dos sistemas surround, 5.1, 7.1, 11.1, DTS, Dolby Atmos ou Sony 360 Reality Audio, por exemplo, entre outros. Ou mais ainda, em casos especiais, como instalações, espectáculos de teatro ou concertos esse número pode ainda aumentar. O que, em qualquer caso está a acontecer é a combinação de um número variável de sinais de entrada (que pode chegar às muitas centenas, no caso do cinema, por exemplo) para um desses formatos de saída descritos anteriormente. O que uma mesa de mistura faz é a integração desses sinais de entrada e a sua distribuição por essas vias de saída, seja para uma sub-mistura ou para fixação num qualquer sistema de registo, seja ainda para a sua transmissão ao vivo, num espectáculo, via rádio ou televisão. O processo de integração dos sinais de entrada e distribuição pelos canais de saída é o somatório (em inglês summing)

nova Neos, muito compacta

Originalmente, na era pré-electrónica, o primeiro responsável pelo somatório dos diferentes sinais era o próprio executante, músico ou actor, ou o maestro, cuja função era a de equilibrar, ao vivo, a dinâmica dos sinais de modo a produzir uma mistura harmoniosa, para assim chegar directamente aos ouvidos do ouvinte ou espectador. Com o advento da electrónica, da captação através de vários microfones e da multiplicação de plataformas de registo e transmissão, surgiu a mesa de mistura. Esta permitiu controlar fisicamente a voltagem dos diferentes sinais que chegavam à mesa de mistura. A passagem para a era digital permitiu que a mistura passasse a ser feita sempre no domínio do digital, isto é, o que na realidade se está a fazer é somar zeros e uns. É o método mais corrente utilizado hoje. O debate entre a qualidade do som integrado (summed) analogicamente ou digitalmente é um clássico, e a opção por um ou por outro método tem os seus méritos e deméritos. O que sai de um estúdio tem de ser da melhor qualidade, é ponto assente. Mas, em última análise, cabe ao ouvido final do produtor a escolha. Comum a todos os detractores do summing digital é a sua falta de perspectiva, com os diferentes sinais como que esmagados contra uma superfície plana. O summing analógico mantém uma profundidade e uma margem de operação neste domínio, um pouco, se se quiser, como, na fotografia, o fotógrafo joga com a profundidade de campo. O exemplo, aliás, da fotografia com e sem profundidade de campo é particularmente esclarecedor.

Existem várias soluções no mercado para a mistura analógica. A AVANTOOLS propõe-lhe a NEOS da SPL.

Esta é uma mesa notável, dispondo de um conjunto assinalável de vantagens. Integra-se perfeitamente com a sua DAW, mas permite fazer o summing analógico, mantendo assim essa tal margem de manobra e assegurando a profundidade de campo que falta ao digital. Proporciona, por isso, uma qualidade de som superior não alcançável numa solução totalmente digital. A NEOS é uma mesa de 24 vias, de mistura ou integração, muito compacta, com faders estéreo e controladores de panorama. É também o primeiro produto deste tipo a utilizar a tecnologia 120V rail, o que lhe confere uma qualidade superior e características de funcionamento especiais. Fique a saber mais sobre esta tecnologia e sobre a razão das excepcionais qualidade sonoras que proporciona aqui. Esta é a tecnologia usada, por exemplo, nos notáveis pré-amplificadores modelo Crescendo e no novo Crescendo Duo, sobre os quais falámos aqui e aqui. A NEOS constitui ainda um sistema de controlo do seu estúdio, através do seu esquema integrado de I/O.

Veja este video sobre a nova NEOS.

Saiba mais sobre a NEOS e aproveite para saber mais ainda sobre a diversificada linha de produtos da SPL. Para mais esclarecimentos contactando-nos para demonstrações, para obter mais informação sobre estes produtos e condições de aquisição dos equipamento SPL.


A LAWO na Volksoper de Viena

A LAWO produz mesas de mistura que se tornaram no verdadeiro padrão pelo qual se rege a indústria. Para além da sua função central, as mesas da LAWO constituem um núcleo de controlo de todas as operações de um centro de produção áudio, qualquer que seja a sua função. Para além da sua qualidade, fiabilidade e facilidade de operação, as mesas de mistura da LAWO oferecem esta capacidade de poderem ser o ponto nevrálgico de controlo de todas as operações, incluindo a sua integração completa com o vídeo. Seja num estúdio, num teatro, numa sala de concertos ou de congressos, ao vivo, com processamento on the fly ou em registo para posterior processamento. E mais! Graças às novas facilidades, entretanto introduzidas, as mesas LAWO podem ser configuradas e operadas directamente, aproveitando capacidades do software e as suas excepcionais qualidades ergonómicas ou remotamente. Ou seja, literalmente, a quilómetros de distância. Assim se passa, por exemplo, na Volksoper de Viena.

A Volksoper de Viena

O Volksoper de Viena (Áustria) é um dos teatros mais importantes do mundo. Conhecido, sobretudo, pela oferta do que de mais sofisticado pode ser apreciado em matéria de entretenimento musical, é líder no popular género musical da opereta, e pelo seu palco correm também as maiores produções de ópera, dança e musicais da Europa. As instalações da Volksoper Viena são usadas para registar transmissões de televisão ou concertos e para a realização de todo o áudio usado nas suas suas produções. Óperas compostas entre o século XVIII e o século XXI são aí regularmente apresentadas, que juntamente com uma enorme diversidade de espectáculos de opereta (o ponto forte do Volksoper), bailado e musicais, perfaz as mais de 30 produções diferentes que habitualmente compõem o programa anual da sala. E, em cada temporada, perto de 400 000 espectadores assistem às cerca de 300 récitas anuais que passam pelo palco desta grande sala, construída em finais do século XIX e com mais de 1300 lugares.

Volksoper Viena (estúdio 1)

No único espaço multifuncional de Viena, a produção completa de ópera, opereta, musicais e bailado implica um enorme grau de exigência e necessidade de flexibilidade, sem descurar a qualidade de toda a operação. Mais de 150 cantores, 95 músicos e 100 bailarinos que compõem o quadro da Volksoper Viena, impõem exigências excepcionais na qualidade da tecnologia áudio utilizada, tanto nos espectáculos, como nos estúdios.

A resposta para tamanho desafio foi uma nova mesa modelo mc² 56 da LAWO, capaz de responder a todos os requisitos exigidos. A nova mesa de 32 vias, tem 98 canais de DSP e uma matriz de routing de 8192 x 8192 pontos. Configurada para SMPTE 2110, AES67/Ravenna e Dante, está optimizada para produção vídeo com base IP. Entre tantas outras características, a nova mesa dispõe ainda da tecnologia LiveView que permite gerar visualizações dos streams de video em cada um dos monitores das vias da mesa.

Apanhada pela crise pandémica, a instalação da nova mc² 56 foi conduzida e concluída com sucesso, à distância, a partir do quartel-general da LAWO. A prática, ditada pelas circunstâncias, virou rotina e qualquer alteração é feita agora remotamente, sem problemas. Devido à pandemia, a programação do Volksoper Viena também sofreu alterações, mas não parou. E a nova temporada irá iniciar-se em Setembro, como programado, com a opereta de Johann Strauss “Die Fledermaus”, a que se seguirá o conhecido “Kiss Me, Kate” de Cole Porter e logo depois “Sweet Charity,” a adaptação do filme de Frederico Fellini “Le Notti di Cabiria.” Em todas estas produções o controlo de todas as operações áudio e a comunicação entre equipamentos de todas as salas e palcos estará assegurada pela mc² 56.

Saiba mais sobre esta operação de instalação da mc² 56 e fique a conhecer melhor todas as suas características aqui. Mesas LAWO foram utilizadas na recente transmissão do concerto comemorativo do feriado de 14 Julho em França, com transmissão para 10 milhões de espectadores. Veja tudo aqui.

Se quiser ficar a saber mais sobre a LAWO e os seus equipamentos, saber da experiência de outros utilizadores portugueses ou como a LAWO poderá ser a solução para as suas necessidades de produção áudio, contacte-nos.


O novo HDR-80 da Datavideo

Um gravador de video concebido para trabalho multicâmara? ProRes e 4K? E com áudio, ecrã táctil e ferramentas de edição incorporadas? Sim, isso e muito mais. O novo HDR-80 é uma nova unidade de gravação de video profissional, muito compacta, que promete revolucionar os seus fluxos de trabalho e tornar a produção vídeo mais fácil do que nunca, garantindo a qualidade máxima do seu trabalho. A DATAVIDEO parece ter tocado aqui, mais uma vez, num ponto sensível: como aceder a ferramentas de produção de vídeo profissional, sem delapidar os seus recursos financeiros.

O novo HDR-80

O novo HDR-80 é uma nova proposta da DATAVIDEO que vem revolucionar o mundo da produção video profissional. Capaz de gravar 4 sinais de video separadamente, com um único sinal de sincronismo, o HDR-80 é, não só, um gravador ISO, mas pode ser usado também como um switcher HD de 4 canais, but it can also be used as a four-channel HD video switcher.

2 discos 2.5″ SSD

Equipado com 2 discos 2.5″ SSD, o HDR-80 é um gravador 4K ProRes Dual Disk Recorder capaz de aceitar até 4 câmaras HD, para gravação vídeo ao vivo. Os quatro sinais podem ser vistos no ecrã táctil incluído e lançados para live streaming directo. O áudio pode ser injectado no vídeo, através das suas entradas digitais e analógicas balanceadas, o que faz do HDR-80 a ferramenta perfeita para transmissão ou streaming.

Painel traseiro do HDR-80

O HDR-80 suporta um conjunto alargado de entradas e saídas, designadamente, uma entrada 4K HDMI, uma entrada 12G SDI e 3 entradas 3G-SDI, para além de saídas de vídeo com áudio injectado. Este arranjo é muito flexível e cobre todas as necessidades de produção, com ou sem recurso a equipamento adicional.

A DATAVIDEO permite-nos aceder a ferramentas de produção vídeo muito inovadoras, cujo uso obedece à lei dos 3 Fs: flexibilidade, fiabilidade e facilidade. Ao mesmo tempo que garante a pureza e a qualidade dos seus produtos e a obediência aos mais altos padrões de exigência do trabalho com eles executado.

Uma ferramenta como o HDR-80 abre horizontes muito amplos de produção vídeo a nível profissional, oferecendo uma flexibilidade e facilidade de operação que o tornam a escolha natural para o broadcast em geral, incluindo estações de rádio, e também para eventos religiosos, desportivos, musicais ou em qualquer outra situação, com exigências profissionais e de máxima qualidade de sinal e com utilização de várias câmaras simultaneamente.

O novo HDR-80 vai estar disponível muito em breve. Saiba tudo sobre as características do novo produto e veja este video com uma súmula delas. Consulte-nos para saber mais ainda, para saber da disponibilidade do produto e o seu preço.


Tão fácil como fazer zapping

A DPG Media é um poderoso grupo de media, com presença nos sectores da informação e entretenimento, nas áreas da imprensa escrita, TV e Rádio. Opera em diversos países do norte da Europa. Com dois centros nevrálgicos de produção em funcionamento, na Bélgica, a DPG Media necessitava de uma solução técnica que lhe permitisse operar, segundo as circunstâncias, a partir de um desses centros, utilizando os recursos técnicos do outro. Duas localizações, um sistema, foi a palavra de ordem. A solução foi construída a partir de uma infraestrutura idealizada pelos engenheiros da DPG Media e desenvolvida e implementada pela LAWO. Tão fácil como fazer zapping.

O centro de produção da DPG Media em Antuérpia

Tudo começou quando a LAWO foi contactada há 4 anos pela Medialaan, de Vilvoorde, a 40 km de Bruxelas, na Bélgica. O desafio foi o de instalar duas novas régies para o centro de informação. A LAWO forneceu então, entre outro equipamento, duas mesas mc²56 e routers Nova73. Nessa altura, o protocolo MADI era o preferido, por razões práticas, situação que se veio mais tarde a alterar com a adopção do protocolo RAVENNA/AES67 de Audio-over-IP (AoIP).

Todo este equipamento foi instalado na sede da Medialaan em Vilevoord, onde decorria toda a produção da informação e do canal de TV VTM. A Medialaan foi, entretanto, adquirida pela DPG Media que, para além da Bélgica, estendeu a sua oferta também à Holanda e à Dinamarca.

Depois da aquisição da Medialaan, foi tomada a decisão de mudar a sede e as redações de todas as publicações do grupo para Antuérpia. As redações da TV (VTM) e as estações de rádio do grupo (Qmusic, Joe e Willy) iriam também ser deslocadas, de modo a tirar partido das sinergias criadas pela concentração de toda a actividade debaixo do mesmo tecto. Mas o edifício da News City em Antuérpia não tinha sido concebido e não dispunha de espaço para acomodar, simultaneamente, as redações para a imprensa escrita e os estúdios de rádio e TV studios. Por outro lado a infraestrutura da DPG Media em Vilvoorde era nova, e substituí-la não era opção. Acrescia que o departamento de Entretenimento da DPG Media iria, em qualquer caso, permanecer em Vilvoorde.

No centro de produção em Antuérpia controla-se equipamento instalado a 40km

A partir da experiência adquirida com o equipamento que tinha sido instalado 3 anos antes, e das suas capacidades de distribuir sinal áudio-over-WAN-IP, e tendo em conta a recente aquisição, por parte da DGP Media, de novo equipamento vídeo, era necessária agora uma solução potente, que permitisse distribuir igualmente sinal vídeo-over-WAN-IP e proporcionasse a ligação dos dois centros de produção, de Vilevoord e de Antuérpia, separados por 40 km. Era necessária uma solução “duas localizações, um sistema.” Foram estes os dados de base do concurso lançado.

Estava assim em marcha um vasto e significativo projecto. Projecto que tem como sua espinha dorsal uma ligação entre Vilvoorde e Antuérpia assente numa estrutura de fibra óptica escura, redundante. Uma ligação com 400Gbps de banda passante, por linha. Esta é dividida em duas: 200Gbps reservados para tráfego administrativo, e os restantes 200Gbps para aplicações de broadcast, i.e. áudio, vídeo e sinais de controlo. É redundante porque dois fluxos de dados semelhantes são enviados por duas ligações diferentes, de modo a assegurar a transmissão integral e segura.

Depois de, em Maio de 2019, ter ganho o concurso para o fornecimento do equipamento especificado, a LAWO começou a estudar uma solução que veio a ser testada e implementada entre Outubro e Novembro. Esta solução tem por base a plataforma V__matrix, o mc² Micro Core, o mxGUI, o A__mic8, o SMART e o VSM broadcast control system, especialmente desenvolvido para este efeito. O equipamento LAWO já existente está naturalmente incorporado na solução encontrada. Solução que entrou em funcionamento no sector de Entretenimento em Outubro de 2019 e no da Informação em Fevereiro de 2020.

Uma operação muito complexa, ambiciosa e inovadora, sobre a qual poderá ficar a saber todos os pormenores aqui e aqui. Poderá também ficar a saber mais sobre as soluções LAWO acima descritas. Se quiser ficar a saber ainda mais sobre qual a que mais se adequa às suas necessidades, convidamo-lo a vir falar connosco.


O mundo como palco e como estúdio

Imagine um concerto num palco em Sidney. A captação feita in loco, a mistura em Berlim, pós-produção em Toronto e pontos de escuta em Nova Iorque e Lisboa. Agora imagine todo este conjunto de valências a funcionar remotamente, mas em simultâneo. Dentro dos mais altos padrões de qualidade. Com os melhores profissionais a operar o melhor e mais adequado equipamento para cada uma das operações, em cada um desses locais. Sem deslocações e com os custos de transporte de pessoal e equipamentos reduzidos ao mínimo. Imagine as vantagens e os benefícios. Calcule o impacto que isto tem no ambiente. A RIEDEL deu uma ajuda para manter um complexo circuito deste tipo em uníssono, num recente projecto de concerto, gravação, mistura e masterização simultânea. Bem-vindo à produção áudio para o século XXI.

Remote Operations Center (RIEDEL, Wuppertal)

Remote Recording Network (RRN) é uma estrutura especializada em gravação de concertos, Live Broadcast, produção, mistura e masterização remota, e ainda áudio 3D. O seu quartel general é em Solingen, na Alemanha. A sua filosofia de actuação pode ser apreciada aqui.

Recentemente, um novo projecto colocou em marcha uma solução que parece apontar para um futuro sustentável da indústria de produção musical, limitando-lhe o impacto ecológico sem comprometer o nível de qualidade exigível a esta dimensão de trabalho, mas proporcionando um alargamento do impacto artístico sem precedentes. Tratou-se do concerto do cantor Peter Maffay, acompanhado por um grupo de músicos locais no Steintor-Varietè, em Halle, na Alemanha. Trata-se de uma prestigiada e renovada sala, com capacidade para 1000 espectadores, construída em 1889.

Quanto Maffay entrou em palco, para um concerto acústico que teve lugar em 13 de Abril último, uma equipa fazia a captação, enquanto uma segunda equipa misturava no local, usando os recursos do RRN, como FOH remoto, enquanto uma segunda equipa masterizava este resultado remotamente do Studio Boecker, em Colónia. Os vários locais estavam ligados através do Remote Operations Center (ROC), da RIEDEL, em Wuppertal. O ROC, que serve uma variedade de situações de produção, desde eventos das mais variadas naturezas — artística, live broadcast, desportivos, etc. —, constituiu o núcleo central de comunicações e de transmissão de sinal para toda esta operação. Daqui, os engenheiros do ROC monitorizaram as comunicações, configuraram remotamente os diferentes sinais gerados e transmitiram todos os streams que corriam entre a sala e o estúdio. Uma operação complexa e exigente, tornada possível graças à tecnologia RIEDEL.

Studio Bocker

Saiba mais sobre este acontecimento aqui e aqui. Saiba mais sobre a RIEDEL e as suas soluções. Venha conhecer ainda mais falando connosco. Fique a a saber como, juntamente com a RIEDEL, poderemos satisfazer as suas exigências, por mais simples ou complexas que se afigurem. Bem vindo à produção do futuro.


SPIRE STUDIO, e o resto é história

Até há á 48 anos, a possibilidade de registar múltiplas pistas num mesmo gravador, fora de um estúdio, estava reservada a apenas alguns privilegiados. Com alguns truques, era possível enganar a máquina e gravar uma pista de áudio sobre outra previamente gravada. O processo era mais barato, mas moroso e a qualidade permitia, no máximo, esboçar grosseiramente uma nova música ou arranjo. Depois apareceram os portastudios. E depois veio o digital. Hoje o estúdio acompanha-o, para onde quer que se desloque, com uma qualidade que nem as despendiosas máquinas de estúdio conseguiriam atingir. O SPIRE STUDIO da iZotope é uma destas novas máquinas, a mais poderosa desta linha. Um estúdio inteiro numa pequena caixa que você guarda na mochila.

Os primeiros gravadores multipista surgiram em 1955, fruto da ideia de Les Paul. Esse mesmo, que deu nome à famosa guitarra da Gibson. Um feito conseguido pela Ampex, a primeira a produzir estas máquinas de 8 pistas. Antes dos gravadores multipista, uma gravação requeria a presença simutânea de todos os músicos e cantores intervenientes, e qualquer engano significava ter de refazer a gravação do início. A gravação multipista introduziu uma revolução no mundo da música. Mas não só. Também no cinema, por exemplo, o trabalho de montagem síncrona da banda sonora — que envolvia até então o uso de uma máquina, gravador ou giradiscos, por cada pista de áudio e complicadas operações de bouncing — ficou enormemente facilitado. A gravação multipista significou uma profunda revolução na produção áudio.

Ampex 8 track de Les Paul

A captação síncrona de vários instrumentos era assim o privilégio reservado a quem podia comprar ou alugar uma máquina cujo preço original rondava os $10,000. Caras, pesadas, de difícil e delicada manutenção. Técnicas como o sound-on-sound permitiam gravar vários instrumentos, desligando a cabeça de desgravar e sobrepondo as gravações. Um processo análogo à múltipla exposição de um negativo, no mundo da fotografia. Na verdade estes processos — que davam resultados de má qualidade — antecederam a gravação multipista, mas continuaram a ser usado na esfera amadora e em certas formas de arte sonora. É em 1972 que surgem os primeiros gravadores multipista em cassete, que ficaram conhecidos como portastudios. De qualidade, naturalmente, inferior aos gravadores de fita profissionais, mas muito mais acessíveis e permitindo a obtenção de uma qualidade, de longe, superior à que seria possível usando métodos como o sound-on-sound ou semelhantes. O uso destes gravadores, que constituiram sucessos de vendas para a Fostex e para a Tascam, estava ainda reservado à produção de maquetas ou ao esboço de orquestrações. Até que em 1981, Bruce Springstein usou maquetas, produzidas num destes gravadores directamente no seu álbum Nebraska. Foi o triunfo definitivo do portastudio e deste conceito, O sucesso do álbum ajudou a catapultar o prestígio do gravador multipista de cassete.

Tascam 4 track mod. 144

Depois disso, o desenvolvimento da tecnologia, em particular das cassetes, permitiu o aumento de número de pistas. Entretanto, inicia-se a revolução do áudio digital, com o aparecimento de formatos como o DAT e mais tarde a gravação para disco rígido. A digitalização permitiu o aparecimento de equipamentos cada vez mais compactos, com maior qualidade e com cada vez mais funções associadas, custando uma fracção do preço dos equipamentos anteriores. Abriram também as portas à gravação e montagem não linear e a uma comunicação entre equipamentos mais simples e eficaz.

É no culminar deste processo que surge o SPIRE STUDIO da iZotope, a expressão última de todo este conceito de estúdio portátil. Este é o modelo mais compacto, versátil e poderoso estúdio multipista digital disponível no mercado.

Spire Studio da iZotope

O SPIRE STUDIO detecta o instrumento e automaticamente calibra o seu nível de entrada, ajustando a sua curva de resposta para lhe dar o necessário destaque na mistura final. Permite gravar e misturar até oito pistas e publicar de imediato.O SPIRE STUDIO combina o hardware da mais alta qualidade com o software de topo da iZotope, numa pequena unidade, muito flexível e totalmente protátil, pronta a entrar em acção onde quer que dela necessite. Através da sua função soundcheck o SPIRE STUDIO detecta o tipo de sinal de entrada e ajusta os seus parâmetros internos para produzir o melhor sinal possível. Os sinais podem vir dos seus parceiros da banda, no seu local de ensaio, numa apresentação pública, local ou remotamente. Com gravação directa ou através de uma rede wireless. Depois de tudo registado, a sua outra função enhance — um exclusivo que provém directamente do OZONE, o software de referência, para mistura e masterização, da iZotope — vai-lhe permitir polir os seus sons antes de eles poderem ser conhecidos pelo mundo.

Veja todas as características do SPIRE STUDIO aqui. Leia aqui um outro artigo sobre este modelo. Veja aqui diversos videos. Contacte-nos para saber mais ainda sobre esta notável ferramenta e outros produtos iZotope.


A Arte do Software

A produção áudio passa hoje, quase exclusivamente, pela aplicação de ferramentas de software. No estúdio, na régie, na rádio ou no palco todas as operações executadas e todos os equipamentos utilizados são comandados por software. Da operação mais geral e básica, até à operação mais complicada e especializada, o software permite o controlo de todos os aspectos da produção profissional e de todos os parâmetros do som. A AVANTOOLS dispõe de uma selecção muito vasta de soluções de software que cobrem todas as suas necessidades.

A AVANTOOLS foi a empresa pioneira na introdução do áudio digital em Portugal. As primeiras soluções que surgiram no mercado e marcaram a migração da produção áudio do analógico para o digital foram disponibilizadas pela nossa empresa. É uma experiência única e muito profunda, que se foi enriquecendo à medida que este sector foi evoluindo. Algumas das nossas marcas são, desde o início deste processo, pontos incontornáveis de referência neste mercado, que pela sua própria natureza está constantemente em actualização e evolução.

Para a iZotope o seu maior desígnio é a qualidade do som. A empresa oferece soluções baseadas nas mais avançadas técnicas de design de software, e ajuda operadores, músicos e produtores nas suas tarefas, focando-se ssim na sua criatividade e libertando-se do fantasma ou do peso da tecnologia. Soluções baseadas em IA e aprendizagem de máquina que proporcionam ferramentas. Destaque, por exemplo, para o RX7, o Neutron 3 ou o Ozone 9. Produtos que conquistaram o mercado e ganharam inúmeros prémios que atestam a sua qualidade e aceitação.

A WAVES é a líder mundial na produção de software áudio e de processamento de sinal. Uma carreira que foi construída desde 1992 e que conta com a AVANTOOLS desde a primeira hora como sua distribuidora em Portugal. A WAVES oferece software Native e SoundGrid nos diferentes formatos VST, TDM, RTAS e AU, para as plataformas mais conhecidas: Pro Tools, Logic, Cubase ou Ableton, por exemplo.

A SONNOX surge da herança dos fabricantes da primeira mesa digital, com qualidade broadcast surgida no mercado, a Oxford. Uma experiência acumulada desde os anos 80, pois, que a SONNOX pôs ao dispor de um público mais alargado, com a oferta de software que se destina a todas as áreas de produção áudio. Trabalhando em associação com Avid, a Universal Audio ou a Fraunhofer, a SONNOX distingue-se, sobretudo, pelos seus celebrados plugins de equalização e processamento dinâmico.

A McDSP é uma companhia fundada em 1998, cuja tecnologia se aplica a todas as mais populares DAW incluindo o Pro Tools, Logic, Cubase, e os Avid live sound systems. Os algoritmos áudio desenvolvidos pela McDSP podem ainda ser encontrados em produtos desenvolvidos por empresas como a Audiokinetic, a Bioware, ou a Microsoft, e em produtos da linha de consumo como o iOS audio player da LouderLogic.

A AUDIO EASE é uma das mais inovadoras empresas de desenvolvimento de software áudio. Tem sede em Utrecht (Holanda). Conhecida sobretudo pelo Altiverb, o primeiro e mais conceituado plugin de reverberação baseado no método da convolução. Outros produtos de processamento de espaço acústico produzidos pelo fabricante holandês, que têm lugar nas produções musicias mais exigentes e também no video e no cinema.

Outros fabricantes de software, que também produzem harware, fazem parceria connosco. É o caso da CEDAR AUDIO. Para além dos seus conhecidos equipamentos integrados de processamento de sinal, a CEDAR AUDIO oferece ainda soluções apenas de software para a maior parte dos seus celebrados algoritmos de processamento de sinal e redução de ruído.

É o caso também da RTW, a empresa alemã especializada em equipamento de medição de sinal áudio. Para além das suas soluções intergradas, a RTW oferece também soluções em formato plugin, compatíveis com todas as plataformas digitais de captação e edição, para além de ter o seu software integrado em produtos de outras companhias, como é o caso da LAWO.

É o caso, ainda, da EVENTIDE, que para além da sua extensa e celebrada linha de hardware, marca também presença nesta área com inovadoras soluções de software, em formato plugin, muitos deles versões neste formato de equipamento de estúdio que trouxe muito justamente fama à empresa, como é o caso do H3000.

Finalmente, a SONARWORKS, é a empresa fundada em 2012, especializada no desenvolvimento de software de referência para monição. Destaque neste momento para o Reference 4, o software que calibra os seus monitores de estúdio e auscultadores, para que produza uma mistura fiável em qualquer sistema.

São estas algumas das soluções que temos para si, no domínio do software. Visite o nosso site, veja os inúmeros videos que lhe disponibilizamos sobre estes e outros produtos. Através dos links das empresas encontrará também muita informação adcional, escrita e em video, sobre os produtos por elas disponiibilzados. Contacte-nos para saber mais sobre as soluções de software que aqui lhe propomos, para as testar ou para alguma oferta especial.


LAWO, controlo total do seu sinal áudio

Para além das operações básicas que uma mesa de mistura permite executar — controlo dos níveis, processamento do sinal — a produção, seja na área do broadcast ou no live, exige hoje um complexo controlo do sinal. Este tem que estar disponível para comunicar com outros equipamentos, para ser distribuído para fora das régies, dos estúdios ou carros de exterior, muitas vezes para o outro lado do mundo. Ao mesmo tempo, desse outro lado, chegam outros sinais que têm de ser incorporados na produção local, dentro dos mesmos standards de qualidade. Um complexo e exigente mundo que pode hoje ser controlado a partir das modernas mesas de mistura digitais. Assente numa experiência de 50 anos, a LAWO oferece, reconhecidamente, as melhores soluções para responder a toda essa complexidade e exigência.

Não há dúvida que a tecnologia digital colocou a mesa de mistura digital no centro de controlo do universo áudio de qualquer produção, seja ela no domínio do broadcast ou do live. A gestão de todo o complexo de entradas e saídas para os routers, para gravadores, para os pontos de saída da emissão, ou a alimentação da escuta de colunas e auscutadores, constitui uma parte da complexa cadeia de emissão ou num espectáculo ao vivo. Toda esta gestão pode ser levada a cabo a partir da própria mesa, que se constitui assim como o centro nevrálgico de toda a cadeia áudio.

A facilidade e flexibilidade proporcionadas pelo soft patching, a economia de espaço e a simplificação dos problemas de cablagem, são factores adicionais que reforçam para a solução digital. Os complexos de produção local e remota crescem, como cresce a exigência de interligação entre diferentes equipamentos e de troca de sinal. Como cada vez mais sofisticados, exigentes e diversificados são os padrões de qualidade, como o 4 e 8K, ou o áudio imersivo.

E tudo isto, a tecnologia digital veio trazer uma muito maior facilidade, ao suprimir barreiras físicas neste processo, mas a fixação de um standard comum para o transporte do sinal áudio, baseado no protocolo IP, veio finalmente tornar possível a partilha de recursos e a colaboração em operações, mesmo que deslocalizadas, numa rigorosa obediência aos mais altos padrões de qualidade.

A LAWO propõe, com a sua linha de mesas e redes de distribuição de sinal áudio, destinadas ao broadcast e ao live, um conjunto de soluções sem paralelo, onde, seguramente encontrará a que mais se adequa às suas necessidades. Soluções produzidas na continuidade de uma experiência colhida ao longo 50 anos, como pioneira naquilo que podemos designar por transporte de sinal aúdio, não comprimido, através de redes IP. E essa é uma experiência que define a solidez de uma grande marca.

Leia aqui mais sobre as vantagens das soluções digitais com base IP e a mudança de paradigma que representam. Aproveite para conhecer uma aplicação recente a um novo carro de exteriores da ORF (Österreichischer Rundfunk,) totalmente baseado no protocolo IP. Veja aqui e aqui as soluções LAWO para os equipamentos que aqui destacamos. Ou fale connosco para saber mais ainda sobre todas estas soluções.