Sempre no ritmo, mesmo à distância

O teletrabalho entrou no nosso vocabulário corrente. Mas há áreas em que a concretização dessa expressão se revelou, até agora, algo problemática. Teletrabalhar em música, enquanto os músicos mantêm o ritmo, por exemplo. Hoje o “milagre” de manter o ritmo, mesmo à distância, é palpável e real. Já aqui falámos, no Feedforward, de um ou outro exemplo. Hoje trazemos-lhe um outro. Três grupos de músicos situados, um no Sony Hall em Nova Iorque, outro no Howard Theatre em Washington DC e outro, finalmente, no Studio Instrument Rentals em Nashville, tocou em simultâneo para uma iniciativa comercial, sem perder o ritmo, apesar das distâncias. O AVN-GMCS Grandmaster Clock da SONIFEX foi a chave que permitiu a sua sincronização a longa distância.

O projecto

A Peltrix é uma empresa especializada em consultoria, design, integração e instalação, na área dos AV. A Peltrix queria oferecer ao seu cliente institucional, a Blue Note Entertainment Group, uma solução de qualidade para produção musical remota. Aproveitando o ritmo lento de 2020-21 para explorar soluções usando áudio Dante® sobre IP, a Peltrix experimentou ligar 3 locais, o Sony Hall em Nova York, o Howard Theatre em Washington DC e o Studio Instrument Rentals em Nashville. Este “milagre” foi concretizado pela Peltrix em parceria com a Audinate, a criadora da plataforma Dante para distribuição de sinal digital áudio e vídeo sobre IP (AVoIP) e o seu cliente, que gere a rede dos melhores clubes e restaurantes de jazz do mundo. No final, o resultado foi um evento, brilhante e bem-sucedido, usando tecnologia disponível —também no nosso país, através da AVANTOOLS— para garantir sincronismo entre três locais, separados entre si por centenas de quilómetros, onde se encontravam os 3 grupos diferentes de músicos. O sistema permitiu-lhes oferecer um programa de música de jazz, sem problemas de sincronismo, sempre no ritmo e sem problemas, graças ao AVN-GMCS Grandmaster Clock da SONIFEX.

A Peltrix procurava uma solução que permitisse aos músicos, em cada local, a escuta colectiva em tempo real, com uma latência muitíssimo baixa. A solução surgiu, envolvendo a criação de uma rede simples, layer 3, e em cada local uma sub-rede diferente. Foram usados para o efeito 3 Grandmaster Clock da SONIFEX, modelo AVN-GMCS. Em cada local era recebida informação GPS, depois sincronizada com a rede IP PTPv2 (Protocolo de Tempo de Precisão,) com uma precisão de menos de 1 microssegundo. O AVN-GMCS é um masterclock baseado justamente no protocolo PTPv2 para uso em aplicações que envolvam AVoIP. O PTPv2 é usado para sincronizar todos os nós dentro de uma rede, com várias unidades em vários locais, permitindo sincronização WAN AoIP, realizada de forma simples e precisa, permitindo sincronismo ao nível do sub-microssegundo, entre todos os nós.

O AVN-GMCS

O AVN-GMCS é uma unidade de sincronismo PTPv2, para uso em aplicações AVoIP. O Dante Domain Manager™ foi usado, neste caso, para configurar os dispositivos da rede. À medida que novos produtos Dante AV estavam a ser lançados durante o desenvolvimento do projeto, foi possível adicionar vídeo em tempo real para os músicos acompanharem os outros locais, juntamente com o áudio. Na solução final, a latência do sistema era tão baixa que os músicos podiam tocar, confortavelmente, juntos, como se estivessem na mesma sala. A norma IEEE1588-2008 PTPv2 é usada no AVN-GMCS para sincronizar todos os nós de uma rede. Para conseguir isso, um dos nós é o masterclock que distribui pacotes de tempo aos outros. O AVN-GMCS foi projectado para desempenhar essa função de forma simples e precisa, permitindo o sincronismo ao nível do sub-microssegundo, entre todos os nós.

O teletrabalho parece começar então a adquirir novos significados. A indústria terá muito a beneficiar se usufruir destes novos meios, que oferecem inúmeras e novas possibilidades e trazem um número considerável de vantagens e benefícios. Meios que estão disponíveis e ao seu serviço.

Se quiser saber mais sobre este projecto, incluidno um video sobre todos os seus detalhes técnicos, veja aqui. Se quiser saber mais sobre o AVN-GMCS veja aqui. Se quiser saber mais ainda sobre este e outros produtos da SONIFEX, fale connosco. Encontraremos a solução adequada às suas necessidades.


SDI para IP, transição suave com a LAWO

Se no passado as operações de broadcast estavam confinadas a um único espaço, a uma única instalação, hoje, em parte, mas não só, devido às novas práticas ditadas pela pandemia, este cenário mudou. A produção inclui agora redes rivadas, públicas e híbridas bem como fluxos de trabalho remotos ou distribuídos. A única constante neste estado de transição é a necessidade crescente de entradas e saídas SDI com maior capacidade. Para responder a este novo desafio e a um outro, não menos urgente, que é a transição de uma base SDI para uma IP, a LAWO oferece uma solução nova que vai permitir lidar com estes novos problemas, sem dores, mas também sem compromissos. O .edge está aí, com todos os recursos, a fiabilidade de operação e a qualidade que seriam de esperar da LAWO.

No broadcast, a transição de uma base SDI para uma IP está em marcha. As vantagens são inescapáveis e a decisão está apenas dependente da base instalada e do cálculo de rentabilização do investimento feito anteriormente. Tudo tem de ser ponderado com o salto tecnológico e a consequente rentabilização que a infraestrutura de base IP traz efectivamente. Mais cedo ou mais tarde esta avaliação vai colocar pressão no factor de rentailização do investimento feito na tecnologia SDI. Muitos broadcasters optam já por uma tecnologia totalmente de base IP para as suas organizações, outros aguardam por uma transição programada e, finalmente, outros ainda não estão preparados para fazer essa reconversão. A LAWO traz agora uma solução. O novo .edge é a solução para o broadcast e para o AV, pronto para realizar a sua magia quando convocado. Uma solução CAPEX/OPEX única, o .edge permite adicionar funcionalidades de hardware e software por meio de licenças de software, mesmo por tempo limitado.

O .edge foi projectado com a ideia de simplicidade, flexibilidade, agilidade e eficiência económica em mente. Operando com base em software por natureza, pode ser usado como um substituto total de recursos para roteadores SDI tradicionais, para além de poder ser expandido com licenças de software flexíveis que podem fornecer uma combinação adequada de recursos avançados.

O que lhe oferece o .edge?

Uma unidade compacta de 2RU, que acomoda até 192 ligações HD-BNC para interface SDI e MADI e pode ser agrupada para fornecer matrizes em número superior a 1152 x 1152 pontos de cruzamento. Trata-se de um roteador SDI de alta capacidade que pode ser nativo de IP, pequeno de 24 RU, que ultiliza apenas 24 portas de rede de 100 Gbps — um terço do que outras ofertas no mercado exigem — com uma pequena diferença adicional: pode ainda ser mais poderoso, é escalável e está preparado para o futuro.

A nova solução LAWO opera com base nos padrões SMPTE ST2110 com redundância SMPTE ST 2022-7 integrada, fornecendo não apenas operação essencial avançada, mas garantindo também comutação, com proteção integral, dos fluxos de áudio, vídeo e dados auxiliares em operações de rede local e de longa distância.

O .edge foi projetado à partida para ser um cliente nativo do HOME, a plataforma de gestão de infraestruturas de média, baseadas em IP. A unidade é identificada e registada automaticamente no ambiente HOME, beneficiando assim de todos os recursos de gestão de última geração do HOME: controlo de acesso do utilizador, quarentena para dispositivos desconhecidos, segurança, ajuste de parâmetros e monitorização de integridade de funções em tempo real.

Os parâmetros do .edge podem ser ajustados no interface do utilizador no HOME, quer a um nível de operação baseada em algoritmo ou a um nível de especialista, com acesso granular a parâmetros detalhados. Por outro lado, o HOME fornece informações abrangentes sobre o título, o formato de vídeo, os canais de áudio e, no caso de UHD quad-link, os cabos 3G individuais dos sinais SDI de entrada. As configurações de sincronização e atraso de quadro são abstraídas para um controlo mais intuitivo. Muitas são as funções possíveis de controlar com este sistema.

Vantagens

Ao substituir um sistema SDI pelo sistema .edge/HOME, o utilizador passa a dispor de um roteador SDI que pode ser dimensionado de acordo com as suas necessidades. Se elas aumentarem, basta ligar mais módulos de I/O .edge ao switch de rede. Como o sistema de roteamento primário, agora é baseado em IP, o sistema de roteamento pode ser distribuído por toda a instalação, colocando os módulos de I/O onde for necessário, economizando assim custos significativos de cablagem. Os utilizadores podem distribuir a sua infraestrutura de roteamento .edge por várias instalações, pelo país ou através de diversos continentes.

Com o .edge disporá, em suma, de um sistema de roteamento SDI, altamente modular e nativo de IP. Terá pacotes de hardware/software para fácil substituição do roteador SDI. Disporá de SD, HD e UHD em todas as entradas e saídas. Ganhará conversão de IP de alta densidade, para até 192 ligações SDI por 2RU. Terá suporte nativo para HOME, Ember+ e API REST e os recursos são definidos por software, à medida, e licenciáveis ​​de forma flexível. Disporá da possibilidade de operação descentralizada, distribuída, remota ou em nuvem. Tudo numa unidade muito compacta, com baixo consumo de energia.

Saiba mais sobre o novo .edge aqui. Saiba mais ainda sobre esta nova solução LAWO aqui e aqui. Para saber mais ainda, contacte-nos, para estudarmos em conjunto qual a sua solução .edge mais adequada.


Controlo de escuta em estúdio (4)

Uma questão central em qualquer estúdio é o controlo da escuta. Os dias em que só era necessário controlar uma escuta estéreo de 2 canais ou até mesmo formatos surround 5.1 ou 7.1, acabaram. A variedade existente hoje de formatos de áudio, a diversidade de plataformas, de modelos de projecção sonora e a configuração dos respectivos sistemas de escuta, determinam a necessidade de selecção de fontes especializadas e da utilização de equipamentos de controlo de nível, multicanal, que sirvam este propósito. Como lidar com toda esta diversidade, sem quaisquer concessões, quanto à qualidade, robustez e flexibilidade de operação? O Feedforward termina hoje uma série em que lhe temos falado das alternativas que propomos para controlar todos estes diferentes formatos e as respectivas configurações do hardware. Se quer tudo, com o novo TouchControl 5 da RTW terá tudo. A marca alemã conseguiu produzir um controlador de escuta que entrou no domínio da perfeição. É mais um dos seus feitos de engenharia e design. Sempre com os olhos no seu som.

O novo TouchControl 5

O TouchControl 5 é um controlador de escuta, baseado no protocolo AoIP e na norma Dante®, que inclui medição de sinal. Uma máquina compacta, elegante, simples, poderosa, perfeita. Um feito notável de engenharia, do tipo a que a RTW nos habituou. Construído com base num longo legado de design e produção de equipamento de qualidade broadcast.

O TouchControl 5 foi construído como uma unidade de mesa, muito compacta, com um ecrã sensível ao toque, de 5”, configurável pelo utilizador, preservando assim espaço valioso na área de trabalho. Possui capacidade de medição do nível sonoro, de precisão (padrão RTW,) incluindo SPL, medido através do uso do microfone embutido, que serve também para a função talkback.

O novo controlador permite a monitorização sobre redes IP, segundo a norma Dante® Audio e a medição de sinal pela norma RTW com PPM Premium, True Peak e VU.

O TouchControl 5 nasceu e foi criado como um dispositivo de rede. Portanto, não precisa de muitas ligações com o mundo exterior, o que permite obter um dispositivo com uma pegada ambiental muito pequena. A porta de rede não dá acesso apenas aos canais de áudio, 32 de entrada e 32 de saída, mas também inclui energia, e ainda uma secção de I/O de 24 bits/96 kHz.

Testados e aprovados por muitos engenheiros de broadcast em todo o mundo, os mecanismos de controlo de escuta que faziam parte dos anteriores modelos da RTW estão presentes no TouchControl 5. Destaque para, entre outros, o Downmix, Source A/B Compare, SPK Select, Calibrated Monitoring (usando o microfone interno ou através de controlo manual), SPL Readout, Solo, Cut, Swap, Phase, Mono, Dim, Mute e Test Tone Generator. Com capacidade de entrada e saída até 32 canais Dante®, o TouchControl 5 permite lidar facilmente com configurações do simples estéreo até 22.2. Sendo a medição de sinal um aspecto chave em qualquer dispositivo da RTW, o TouchControl 5 não foge à regra. O mecanismo de medição PPM é equivalente aos medidores TouchMonitor de última geração , com a possibilidade de configurar e personalizar de várias formas a experiência de medição, incluindo escalas, esquemas de cores e muito mais. O parâmetro True Peak faz, obviamente, parte dos critérios da medição, assim como o VU e o ‘British PPM’.

Sendo um verdadeiro dispositivo de rede, a configuração do TouchControl 5 é feita através da rede, usando um browser normal, que permite gerir as configurações gerais, predefinições, licenças e muito mais.

Falando de licenças, existem quatro tipos, Basic, Monitor Control, Multicanal e Premium Metering. Saiba mais sobre as características destas licenças e sobre o TouchControl 5 no geral, aqui.

Conheça mais sobre o TouchControl 5 aqui e saiba que este novo dispositivo estará disponível para o ajudar, muito em breve.

Concluímos assim a apresentação das soluções de que dispomos para o controlo de escuta do seu estúdio. Esperamos o seu contacto para mais informações sobre os produtos que lhe referenciámos ou para o ajudar a escolher a opção que melhor se adequa às suas necessidades.


Controlo de escuta em estúdio (3)

Uma questão central em qualquer estúdio é o controlo da escuta. A variedade existente hoje de formatos de áudio, a diversidade de modelos de projecção sonora e a configuração dos respectivos sistemas de escuta, determinam a necessidade de selecção de fontes especializadas e da utilização de equipamentos de controlo de nível, multicanal, que sirvam este propósito. O formato estéreo prevalece. O Feedforward continua esta série dedicada a contoladores de escuta em estúdio, uma série em que falamos das alternativas que lhe propomos para controlar a escuta do seu estúdio. Daqui poderá concluir qual a opção mais apropriada às suas necessidades e orçamento. Hoje trazemos-lhe um novo e sólido modelo, que acaba de ser disponibilizado pela SPL. Um modelo de escuta clássico de estúdio, recheado de novas funções e qualidades que o vão surpreender.

Novos caminhos da escuta em estúdio

Sucessor do popular modelo MTC (entretanto, descontinuado) a SPL propõe-nos agora o novo MTC MkII como solução para o controlo da escuta em estúdio. Um modelo de estrutura estereofónica, recheado de novas, extremamente úteis e excitantes possibilidades.

O MTC MkII permite escolher entre quatro fontes de entrada estéreo (uma das quais pode ser atribuída para actuar como um cue mix dedicado) e três pares de altifalantes, com uma saída única fornecendo um sinal somado para alimentar um subwoofer ou altifalante mono. Outro par de saídas permite que o cue mix seja passado para outro equipamento, um amplificador de auscultadores, por exemplo, enquanto uma saída talkback permite que o sinal de um microfone interno seja ligado a um sistema de altifalantes na sala de captação, ou a um interface A/D que permitem mais opções de ligação. O talkback pode ser activado por meio de um botão no painel frontal ou de um pedal TS/TRS a uma entrada no painel traseiro. Outra saída estéreo permite ligações a outras fontes como analisadores externos, que reflectem o nível presente nas saídas dos altifalantes.

Funções únicas

O grande botão de alumínio no centro do painel frontal permite o controlo geral de nível, com uma série de interruptores ao longo da faixa superior, que se destinam a controlar todas as funções de comutação e monitorização.

O MTC MkII possui dois amplificadores de auscultadores integrados, cada um com seu próprio controle de volume, com o segundo tendo a opção de ser configurado como uma mistura de teste para os músicos, fornecido através da entrada de sinalização. Ambas as saídas de auscultadores incluem o Phonitor Matrix da SPL, uma versão simplificada dos recursos encontrados nos amplificadores de auscultadores Phonitor, de que anteriormente lhe falámos aqui no Feedforward. O MTC Mk2 oferece som de auscutadores duplamente! O estágio de saída dos amplificadores de auscultadores é projetado como um amplificador push-pull no modo Classe AB. Os transistores bipolares compartilham a amplificação das meias ondas positiva e negativa, o que produz um ganho maior e uma tensão de saída mais alta do que na operação Classe A, onde apenas um transistor amplifica as duas meias ondas.

Os transistores do estágio de saída são acoplados termicamente e, portanto, funcionam de forma particularmente coerente, o que contribui para uma imagem de som consistente e estável. A fonte de alimentação possui um buffer de baixa resistência de fonte, garantindo reservas de corrente suficientes, mesmo a alimentar auscultadores de baixa impedância.

Mais funções

Um interruptor Dim atenua a saída activa em 10dB, um interruptor Mute de altifalante permite que os utilizadores desliguem rapidamente todas as saídas de altifalante e um segundo Mute controla as saídas dos auscultadores. Em termos de funções de escuta, existem opções para LR Swap, Polarity e Mono. Além disso, estas duas funções podem ser combinadas para fornecer sinal M/S. Uma característica única neste género de equipamentos. Usando o Mono e o interruptor de inversão de fase em conjunto, é possível ouvir apenas o sinal M ou S. Quando em Modo Mono e quando a inversão de fase está activa, apenas o sinal S é reproduzido. Se a inversão de fase estiver desactivada, é reproduzido o sinal Mono, correspondente ao sinal M. A escuta separada dos sinais M e S tornou-se um prática comum em casos de mistura e masterização.

Painel traseiro do MTC MkII

O novo MTC MkII é um exemplo particularmente significativo da engenharia alemã, bem concebido, inovador, sólido e fiável, um produto com a garantia SPL.

Procurámos-lhe trazer-lhe aqui uma breve olhar sobre o novo MTC MkII. Se quiser saber mais sobre este modelo veja aqui. Para saber mais sobre o Phonitor e os seus fundamentos veja aqui. Mas fique a saber mais ainda, consultando-nos. Colaboraremos consigo na procura da solução que mais se adquea às suas necessidades.


Broadcast e IP

A internet operou uma profunda revolução no universo do broadcast. Fê-lo em dois passos. Do primeiro, resultou a integração dos média e a articulação da gestão de plataformas, com consequências profundas na criação e distribuição de conteúdos. Esta fase decorre há já algum tempo e é hoje uma realidade pacífica e amplamente aceite. Um segundo passo é aquele a que assistimos neste momento: os equipamentos “falam” uns com os outros, através do protocolo IP. A extensão deste protocolo aos equipamentos e espaços envolvidos na produção, permitiu a sua gestão e operação de forma integrada, agilização de fluxos de trabalho, aumento da qualidade e diminuição de custos. É nesta fase que nos encontramos hoje. Não admira, pois, que diariamente assistamos à remodelação de operações de broadcast e outras, com base no protocolo IP e à respectiva reconversão de equipamentos, integral ou faseada. O objectivo é um só: não perder o comboio da revolução em marcha inexorável. A LAWO tem sido uma marca absolutamente incontornável neste processo. O caso mais recente que aqui vos trazemos é o da agência de notícias marroquina Maghreb Arabe Press.

Um dos estúdios da MAP

O protocolo IP

O protocolo IP, aplicado ao broadcast, refere-se ao processo de transmissão que é enviado para todas as estações de uma LAN. Existem dois tipos de endereços de broadcast IPv4: broadcast limitado e broadcast direcionado. No limitado, o tráfego é encaminhado para esses endereços através de um roteador, ao contrário de uma transmissão direcionada. No caso do direcionado, o tráfego para esses endereços pode ser enviado de redes remotas, ou seja, pode ser dirigido. A adopção do protocolo IP pelo universo do broadcast tem vantagens incomparáveis. O assunto é vasto, mas podemos resumi-lo nestes três simples pontos: o protocolo IP simplifica as operações, proporcionando a criação de uma equipa comum; permite que novos serviços sejam adicionados de forma dinâmica e económica por meio da virtualização de funções de rede e dos média, oferece o dimensionamento flexível de serviços, proporcionando, portanto, o uso mais eficiente de recursos de computação e processamento. Sinal de áudio e video, dados e intercomunicação circulam de forma integrada nas redes locais e todo este processo é expansível, local ou remotamente, de forma global, e generalizável a todas as etapas da produção.

Maghreb Arab Press (MAP)

Com base nestes princípios, aqui muito sumariamente expostos, os fabricantes têm vindo a desenvolver equipamentos que colocam nas mãos do utilizador as vantagens do novo paradigma e assuguram uma transição se, sobressaltos para a revolução prometida. Na vanguarda indiscutível deste movimento está a LAWO, com longo historial neste sector.

A LAWO na vanguarda

A LAWO está desde a primeira hora no lugar cimeiro da concepção e fornecimento de equipamentos baseados no protocolo IP. O seu impacto estende-se tanto a novas estruturas de broadcast, criadas de raíz e montadas já com o novo paradigma na base, mas também a estruturas tradicionais que pretendem fazer a migração técnica das suas operações de modo faseado. São inúmeros os exemplos, quer no plano internacional quer em Portugal, de aplicação da tecnologia LAWO a operações de broadcast assentes no protocolo IP.

Acrescente-se que não são só as estruturas que operam no domínio do broadcast que enveredam por esta reconversão. Também estruturas fixas ou móveis, como o live, teatros e outras salas de espectáculo, museus, espaços desportivos e de culto, têm vindo a operar reconversões semelhantes.

Vale a pena referir um recente exemplo, vindo de um país vizinho: Marrocos.

Um exemplo recente

Maghreb Arabe Presse (MAP) é a agência de notícias estatal de Marrocos. Foi fundada a 31 de maio de 1959 e nacionalizada em 1973. Tem sede em Rabat. A agência tem serviços internacionais oficiais em cinco idiomas e tem escritórios em mais de 20 cidades espalhadas pelo mundo, incluindo Lisboa. A agência engloba uma área de notícias em contínuo de rádio e televisão, RIM e M24, dois jornais diários em francês e árabe, Maroc Le Jour e Al Yaoum Al Maghribi, revistas mensais, BAB, cerca de vinte sites de notícias, doze sites de notícias regionais e outros.

Modelo ruby

Recentemente a MAP foi objecto de uma extensa actualização técnica, que abrangeu três estúdios de rádio e dois estúdios de televisão, totalmente baseada em tecnologia IP desenvolvida pela LAWO. A escolha para esta operação recaiu na marca alemã graças ao fluxo de trabalho de base IP das mesas de mistura da empresa, que permitem aos operadores aceder a todas as fontes de áudio disponíveis na rede a qualquer momento. É um pormenor especialmente importante porque o MAP difunde os seus programas internacionais em árabe, inglês, francês, espanhol e tamazight (a língua do povo berbere.)

A sofisticada solução AoIP de rádio da LAWO permite uma operação rápida e um ambiente de trabalho fácil para todos os intervenientes. As mesas ruby de ambas as salas de controlo foram escolhidas pela sua eficácia e qualidade de áudio, e seu fluxo de trabalho. As mesas permitem alternar rapidamente entre as diferentes salas de controlo e escolher os ambientes desejados em tempo recorde, seja transmitindo ao vivo ou gravando para uso posterior. Também permitem integrar os três estúdios ao mesmo tempo durante uma única transmissão. Além das mesas de mistura ruby, os estúdios de rádio da MAP estão equipados com unidades Power Core DSP e unidades de I/O. Estas estão colocadas nos estúdios com cabines de voz adjacentes, que interligam os estúdios com o estúdio principal do MAP, mediante o simples premir de um botão.

Saiba mais sobre a transformação ocorrida no MAP aqui. Saiba ainda mais aqui, aqui e aqui. Aqui poderá ficar a saber mais sobre a LAWO e as suas soluções, e se quiser ficar a saber ainda mais sobre elas, consute-nos.


Voz clara, sem ruído nem artefactos

A promessa da WAVES é simples e clara: um novo plugin que constitui um novo padrão, no que respeita a remoção de ruído. De uma forma radical, o novo Clarity Vx e a sua versão mais potente, o Clarity Vx Pro, removem o ruído dos registos de voz, isolando-a do ruído ambiente de fundo. Fazem-no instantaneamente e em tempo real. Qualquer das versões usa uma tecnologia, desenvolvida pela WAVES, assente em Redes Neurais e foi desenhada para lidar com registos que contenham captação de voz, de modo a torná-la perfeita e cristalina. E sem adicionar qualquer artefacto. Simples e claro.

Redes neurais e IA

Uma rede neural é constituída por uma série de algoritmos concebidos para reconhecer as relações subjacentes num conjunto de dados, funcionando mediante um processo que recria a forma como o cérebro humano opera. A tecnologia de redes neurais da Waves, na qual assentam os novos plugins, é uma abordagem de IA, pioneira, usada para redução de ruído e aprimoramento de voz.

Duas versões

O Clarity Vx é a versão mais simples e foi projectado para produtores musicais e podcasters. Funciona em dois modos. Em modo Broad 1 pode preservar vozes principais e secundárias, quando mais de uma voz está presente. O modo modo Broad 2 proporciona um processamento mais severo e pode separar a voz principal das vozes de fundo. A operação é tão simples quanto o girar de um botão no sentido dos ponteiros do relógio, até “limpar” totalmente o seu registo vocal. É a maneira mais rápida de corrigir qualquer gravação de voz, seja em produção musical, vídeo, rádio ou podcasting, ou outra, com garantia de alta qualidade. O plugin identifica a voz e separa-a de forma limpa dos ruídos de ambiente/fundo mais severos, como os ruídos de AC, do ventilador de um computador, ar condicionado, do tráfego ou outra fonte qualquer contínua.

O Clarity Vx Pro é uma versão mais complexa e avançada do Clarity Vx. Assenta exatamente na mesma tecnologia Waves Neural Networks que o Clarity Vx , com a mesma alta resolução, mas adiciona recursos avançados, como separação de ambiente, controlo multibanda e controlo de largura mono/estéreo.

O Clarity Vx Pro destina-se a profissionais de áudio em todas as áreas, incluindo produtores musicais e engenheiros de som, distinguindo-se na pós-produção de diálogos em cinema, vídeo ou em qualquer forma de broadcast. O Clarity Vx Pro limpa vozes isoladas e diálogos com a maior qualidade profissional, sem artefatos nem corrupção do sinal original, numa fracção de tempo, quando comparado com outras ferramentas disponíveis no mercado. Pode funcionar em tempo real, dentro de uma DAW, é totalmente automatizável, sem a necessidade de proceder a qualquer rendering posterior, sem módulos adicionais e sem processamento destrutivo. Quando aplicado ao vídeo ou cinema, por exemplo, o Clarity Pro permite que os engenheiros de som limpem o diálogo e removam o ruído em tempo real, enquanto vêem as imagens em que trabalham.

Tornar a vioz clara

Com o Clarity Vx e Vx Pro da Waves garante a remoção do ruído em alrta resolução, com resultados imediatos, mediante uma operação extremamente simples e sem curva de aprendizagem significativa, tornado o seu fluxo de trabalho mais dinâmico. É a solução perfeita para músicos, produtores, e operadores de áudio, em misturas, pós-produção, ou na criação de conteúdos.

A forma entusiástica como o Clarity Vx e Vx Pro da Waves foram recebidos pelos mais afamados e exigentes profissionais do áudio diz bem da qualidade deste novo e revolucionário produto. Para o testemunhar e para uma visão mais geral sobre os dois produtos clique aqui. Para o Clarity Vx veja aqui. Para o Clarity Vx Pro veja aqui. Se quiser ficar a saber mais ainda sobre estes produtos ou para uma demonstração das suas capacidades, contacte-nos.


MBN e LAWO, um universo em expansão

No broadcast, bem como em todas as indústrias da comunicação, a via da transição para uma tecnologia de base IP é imparável. As modalidades dessa transição variam, consoante a capacidade instalada e a urgência dessa transição, que pode ser radical ou faseada. São, contudo, cada vez mais as estruturas que já iniciaram esta transição e as soluções abrangem todos os aspectos da produção. Os broadcasters e as estruturas de live ou de produção de eventos, de maior ou menor dimensão, que fizeram esta transição ou estão em vias de a fazer, multiplicam-se. A televisão, a rádio, os espaços dedicados à cultura e aos eventos, fixos ou transitórios, espaços de culto, desportivos e outros, encontram na tecnologia de base IP a solução para os seus problemas de produção, para inovar, resolver ou melhorar fluxos de trabalho, libertando recursos e energias para a criação e apresentação de conteúdos em, cada vez, melhores condições de operação, com melhor qualidade e atingindo uma audiência cada vez mais alargada. Um exemplo recente vem do canal sul-coreano MBN, onde a LAWO protagoniza esta mudança.

Se analisarmos detidamente os anos mais recentes, verificamos que a adopção de tecnologia de base IP tem vindo a conquistar, de forma imparável, terreno em detrimento da tecnologia analógica ou híbrida. As vantagens da adopção das novas soluções são óbvias, o contingente de novos utilizadores aumenta de forma regular e sustentada e aqui no FEEDFORWARD temos-lhe chamado a atenção para isso com insistência.

As vantagens da tecnologia baseada em IP são óbvias e podem-se resumir nestes três pontos:

• Simplificação da operação ao permitir a utilização de uma equipe comum.
• Possibilidade de inclusão de novos serviços de forma dinâmica e económica, por meio da criação de funções de rede e de mídia virtual.
• Dimensionamento flexível e escalável de serviços, proporcionando, portanto, o uso mais eficiente de recursos de computação e de processamento.

Sobre estas vantagens leia aqui esta análise mais extensa.

A aplicação das tecnologias de base IP à operação, distribuição e processamento de sinal de vídeo, áudio, de intercomunicação e de dados no broadcast, no live e noutras áreas tem-se vindo a processar a um ritmo elevado. Trata-se de uma tendência com um especial significado, numa altura em que se verifica a quebra de paredes estanques entre plataformas e meios.

Um exemplo recente de consolidação desta caminhada em direcção a uma produção totalmente assente em tecnologia de base IP vem-nos da Coreia do Sul.

O canal de TV por cabo sul-coreano MBN (Maeil Broadcasting Network) concluiu recentemente seu segundo projeto de grande escala com a LAWO, actualizando a sua nova instalação de produção e transmissão em Seul. A entrega do novo equipamento foi feita pelo parceiro da LAWO, DYD (Dongyang Digital), com planeamento, instalação e comissionamento pela equipe SI da operadora de rede móvel LG Uplus (LG U+). O projeto ficou agora concluído.

A MBN, fundada em 1993 (leia mais aqui), produz uma variedade de programas de notícias e entretenimento. O seu novo complexo de produção abriga dois estúdios de 660 m2 quadrados cada, onde é produzida uma ampla gama de programas, como noticiários de TV, programas de música e entrevistas em grande escala, dramas, programas de natureza desportiva, assistência médica e programas infantis.

As primeiras mesas de rádio fornecidas pela LAWO para a MBN foram instaladas para rádio DMB e as mesas de da série mc² para a MBN MONEY e MBN News Center há vários anos. A excelente experiência com a tecnologia LAWO levou agora a MBN a reincidir na escolha, com o objectivo de realizar uma actualização técnica das salas de controlo MBN A e B no novo centro de produção. A actualização incluiu, como se referiu, duas mesas de produção de áudio mc²56 MkIII com núcleo A__UHD partilhado, servidores externos para MCX e plataforma de gestão HOME para infraestruturas de média baseadas em IP, bem como nos A__stage 80, A__MADI6, A__digital 64 AoIP e um A__stage48, como palco de estúdio . Todos os equipamentos foram instalados pela LG U+.

Toda esta nova solução tecnológica da MBN é controlada pela inovadora plataforma HOME da LAWO, que simplifica a gestão de dispositivos IP e torna a inclusão de novos dispositivos de I/O de áudio, ligados por IP, tão fácil como se essa operação fosse feita localmente. As mesas detectam automaticamente e disponibilizam imediatamente quaisquer novos dispositivos, com o toque de um botão. O HOME controla ainda endereços IP, intervalos multicast e VLANs, e inclui recursos de segurança como controlo de acesso e quarentena de dispositivos desconhecidos para proteger a rede.

Saiba mais sobre este projecto aqui. Conheça as soluções da LAWO aqui. Fale connosco para ficar a saber ainda mais sobre a LAWO e sobre as soluções que lhe propomos para satisfazer as suas necessidades.


ml:mio transparente, autónomo, flexível

O ml:mio da SONIBLE é um conversor MADI compacto, que de uma forma simples e totalmente eficaz converte qualquer tipo de ficha, cabo ou formato em qualquer outro. Transparente, independente de controlos externos e totalmente eficiente. Oiça para crer.

O ml:mio converte fluxos de sinal MADI entre BNC óptico, coaxial e twisted pair. Isso simplifica muito o planeamento de configurações e economiza muito tempo, principalmente se está a trabalhar em eventos ao vivo. Pense numa digressão, quando, no local, se depara com cablagem pré-instalada ou, em estúdio, com algum equipamento novo, com I/O imprevistos. Não importa se a cablagem é BNC, óptica ou CAT. O ml:mio é um conversor universal, que lhe proporciona a solução adequada, o adatador para ter sempre por perto e resolver qualquer problema de ligação.

Os três interruptores montados diretamente no ml:mio garantem uma enorme facilidade de uso, sem a necessidade de dispositivos adicionais. Nem é necessário um computador para controlar remotamente o ml:mio. Os LEDs integrados indicam, de forma inteligente, sempre a configuração activa dos sinais e a respectiva distribuição. Quando trabalha em condições de pouca luz, o ml:mio garante um controlo muito simples e eficiente.

Em situações de grande pressão, o ml:mio é uma ferramenta altamente fiável. Compacto, flexível e muito simples de usar. Sejam quais forem as circunstâncias em que estiver a operar, o ml:mio é uma daquelas ferramentas para ter sempre à mão.

O ml:mio proporciona uma ligação 100% transparente entre BNC, óptico e CAT. Funciona independentemente do software de controlo, software pré-instalado do fabricante ou programas de controlo externos. Permite separar de forma simples o sinal para criar redundâncias no caso de gravações em multi-tracking.

Saiba mais sobre o ml:mio aqui ou fale connosco para ficar a saber mais ainda, para uma demonstração ou para conhecer outras soluções profissionais SONIBLE.


Um diamante no broadcast

Qualquer trabalho requer as ferramentas mais adequadas. Quanto mais exigente o trabalho, maior é a exigência de qualidade dessas ferramentas. E para alcançar os mais altos níveis de produtividade, estas ferramentas devem funcionar como extensões de nós próprios. É por isso que a LAWO criou a mesa de broadcast diamond, destinada à rádio e à TV.

O Feedforward já lhe trouxe novidades sobre a diamond (aqui e aqui), a nova mesa para aplicações boradcast da LAWO. Deixem-nos insistir. O conceito da diamond é simples: oferecer aos profissionais do broadcast uma mesa de mistura tão intuitiva e fácil de usar, que operá-la seja tão natural como respirar. A diamond é assim uma sinergia perfeita de operação física e virtual, com um conceito inteligente e sensível ao contexto em que mesa está a ser utilizada.

A diamond é um equipamento verdadeiramente de ponta. Nativo IP, é claro. Totalmente modular. Configurável para as necessidades mais específicas. Escalável, pode ir de apenas 2 a até 60 vias físicas. Extensões virtuais que fornecem informações imediatas para cada função. Faders sensíveis ao toque e controlos giratórios com ecrãs de cor vibrante. Uma potência incalculáve para uma mesa concebida e construída com todo o estilo, nível de qualidade e apuro que os broadcasters esperam das mesas da LAWO.

As mesas diamond usam os mesmos faders, teclas e controlos giratórios de última geração, robustos e bem testados, que equipam as principais mesas de mistura para live da série mc², componentes que garantem vida longa e operação sempre perfeita. Os faders motorizados, silenciosos, permitem uma integração perfeita com sistemas de automação e playout de programas, uma solução perfeita para operações levadas a cabo em vários níveis de produção, como captação de voz, produção remota ou controlo de DAW. A iluminação programável dos LED destaca as funções de controlo comuns. E a linguagem familiar de design da LAWO que encontra na diamond permite que os operadores fiquem instantaneamente familizarizados com ela.

A Extensão Virtual, opcional da diamond (assente na tecnologia VisTool) integra monitores com controlos físicos, de uma forma visualmente agradável e altamente funcional. O ecrã sensível ao toque TFT, colorido, HD de 13,3” mostra dados sensíveis ao contexto, correspondentes aos controlos activos, como curvas de equalização, configurações de compressão e outras funções DSP, alterações de distribuição de sinal, etc..

A diamond emprega algoritmos inteligentes que aceleram os fluxos de trabalho de produção. A função AutoMix mantém automaticamente o equilíbrio das produções multi-mic, e o AutoMix Grouping permite que essa mistura automática inteligente seja aplicada a vários grupos de fontes independentes. O AutoGain, uma função de configuração automática de ganho, optimiza os níveis de microfones, com um único toque de botão. Ferramentas inteligentes como essas ajudam os operadores a concentrarem-se na criação de conteúdo atraente em vez de se preocuarem com os níveis.

A diamond liga-se à unidade de mistura Power Core de modo nativo via Ethernet. Esta interface, totalmente IP, possibilita novas opções flexíveis para instalação e manutenção de equipamentos. O motor instalado no estúdio liga-se diretamente à mesa. Mas pode também colocar o Power Core remotamente, numa sala de máquinas, num data center ou numa instalação totalmente separada, ligada via LAN ou WAN. Até quatro estúdios independentes podem partilhar os recursos de um Power Core, usando o IP multicast. Os módulos de controlo da diamond em cada estúdio permanecerão perfeitamente sincronizados.

A diamond não é uma mesa de “tamanho único”. Na verdade, é exatamente o oposto. Trata-se de um sistema de produção projectado de forma integrada, que permite construir exatamente a mesa que o utilizador necessita, adaptada às suas necessidades específicas. Por ser completamente modular, as configurações personalizadas são possíveis, com toda a simplicidade. Os vários tipos de módulos (faders, módulos centrais, módulos combinados e painéis de extensão) podem ser organizados livremente para criar mesas com configurações de moldura única, várias molduras unidas ou várias configurações de molduras divididas. Soluções de apenas 2 vias, para estúdios de notícias e cabines de gravação de voz, por exemplo, ou, com a adição de módulos de fader e extensões rotativas, soluções de 12 – 16 vias, ideais para estúdios de vivo e salas de produção. São possíveis soluções com até 60 vias físicos, juntamente com módulos de extensão rotativos e/ou de teclas e a Extensão Virtual para criar grandes mesas com controlos integrados e intuitivos de ecrã sensível ao toque, adequadas para aplicações de sala de controlo principal, por exemplo. O céu é o limite.

Nas unidades de broadcast modernas, os monitores de computador são a peça central dos estúdios. Controlos do sistema de playout, qeues de telofone, notícias e previsão do tempo e plataformas de redes sociais estão presentes nos monitores e o seu número aumentou drasticamente. As mesas diamond, com módulos de Extensão Virtual (alimentados pelo software Lawo VisTool GUI-builder) ajudam a colocar ordem em toda esta informação, ao mesmo tempo que oferecem aos operadores formas de controlo intuitivas, assentes em ecrãs sensíveis ao toque integrados.

Estas apenas algumas das características da nova diamond., uma nova ferramenta que vai melhorar e tranformar o seu fluxo de trabalho de forma significativa. Para saber mais sobre a nova mesa, visite este link. Para saber mais ainda, contacte-nos.


Ü10, o novo carro de exteriores da Studio Berlin – equipado para o futuro

Na edição anterior do Feedforward falámos-lhe do sistema de processamento e distribuição de sinal vídeo do Ü10, o novo carro de exteriores da Studio Berlin, a produtora alemã, especializada em live broadcast. Hoje vamos falar-lhe da solução que esta produtora escolheu para as suas necessidades na área do áudio. A LAWO ocupa aqui o lugar central, com as suas mesas de mistura da série mc², os seus sistemas de distribuição de sinal e as suas soluções de software. O novo Ü10 já fez a sua viagem inaugural, e vai continuar com a cobertura da Bundesliga e outros importantes eventos. Quando falamos de máxima fiabilidade e de máxima exigência, é à LAWO que os profissionais confiam o conhecimento real do significado dessas palavras.

Fique a conhecer a solução escolhida pela Studio Berlin, a poderosa produtora alemã de live broadcast, para a área do áudio do Ü10, o seu novo carro de exteriores. Saiba, desde já, que esta solução assenta em equipamento da LAWO, entre mesas de mistura, sistemas de distribuição de sinal e software.

Este Ü10, o novo carro de exteriores que recentemente entrou ao serviço da Studio Berlin, foi concebido com base num conceito inovador. O Ü10 OB foi concebido como um reboque que contém espaço suficiente para até 26 postos de trabalho, openado num ambiente descontraído, graças a uma extensão de cerca de 60m² de área de trabalho. O Ü10 acolhe até 24 câmaras UHD e é completado por um moderno carro, destinado a albergar o equipamento, que permite a sua fácil configuração. A maior inovação do projeto Ü10 é a separação completa de sala de controlo e de máquinas: os componentes técnicos não são instalados na própria carro, mas são alojados em 10 racks de 19″ na sala de equipamentos central que acompanha o camião. Ambos os veículos são ligados entre si por uma rede de fibra óptica redundante.

O Ü10 está equipado com mesas de mistura da série mc² e sistemas de controlo da LAWO. As salas de controlo de áudio 1 e 2 do novo carro estão equipadas com uma mesa modelo mc²56 e outra modelo mc²36, respectivamente, alimentadas por unidades de mistura A__UHD totalmente redundantes e um sistema de controlo de transmissão modelo VSM. As unidades A__UHD são totalmente redundantes. Cada unidade autónoma oferece 1.024 canais de processamento de áudio (48/96kHz) e inúmeras opções de monitorização, bem como downmixing e upmixing. A tecnologia A__UHD é baseada em standards abertos AoIP, como o ST2110-30 / -31 e AES67/RAVENNA, e utiliza Ember+ e NMOS para controlo. Para grandes produções, o veículo pode aceder a até oito caixas de palco de vídeo e áudio.

A Sala de Controlo 1 está equipada com uma mesa modelo mc²56 MKIII de 64 vias, que tem suporte nativo para fluxos de áudio SMPTE 2110, AES67/RAVENNA e MADI. Além da operação multiutilizador, AutoMix, upmix, downmix e o programa KICK. A mesa inclui a funcionalidade de audio follow video, ferramentas de mistura 3D/imersiva integradas e compressão paralela. Graças à funcionalidade IP Easy (baseada na plataforma de gestão HOME para infraestruturas de transmissão IP e apresenta rotinas de detecção e quarentena automáticas), a configuração IP é fácil e intuitiva

A Sala de Controlo 2 está equipada com uma mesa modelo mc²36 de 16 vias. O módluo A__UHD integrado fornece 256 canais de processamento (48/96kHz), I/O local, 864 canais e integra soluções como Waves SuperRack SoundGrid. Está também conforme os standards ST2110, AES67, RAVENNA e Ember+. A mc²36 também oferece gestão de rede IP intuitiva, baseada na já citada plataforma HOME da LAWO.

O Ü10 permite produções com até 24 câmaras UHD, além de câmaras sem fio adicionais. Está equipado com um misturador da Grass Valley 12G K-Frame XP Compact com opção XTREME. Dois painéis de controlo Grass Valley, um Karrera K-Frame 3 M/E na sala de controlo principal e um Korona 2 M/E na segunda sala de controlo, acedem ao mixer de imagem. Para o roteador, a Studio Berlin escolheu a solução descentralizada MediorNet da RIEDEL, que faz a gestão dos sinais de vídeo e áudio, bem como os multiviewers (para saber mais cf. o nosso último post aqui.)

Toda essa tecnologia de produção é controlada pelo acima referido VSM (Virtual Studio Manager) da LAWO. Este sistema independente do fabricante, controla todos os roteadores e mixers de vídeo/áudio, interfones, UMDs, etc..

Saiba mais sobre a solução áudio do novo Ü10 aqui, aqui, aqui, aqui e aqui. Saiba mais aqui sobre estas e outras soluções LAWO ou venha falar connosco para ficar a saber mais ainda sobre a marca alemã e as soluções que melhor se poderão adequar às suas necessidades.