Há nomes que soam a magia. Pronunciem-nas e imediatamente é todo um universo que surge por detrás delas. O Teatro alla Scala é um desses nomes. Para além do lugar mítico, onde ecoam as mais famosas óperas do mundo, os músicos e as vozes mais icónicas que jamais se ouviram, está um edifício histórico que acolhe quase 2000 espectadores, renascido das cinzas depois dos bombardeamentos de que foi alvo, durante a Segunda Guerra Mundial. Uma história e uma tradição longas não fazem parar o progresso. A Fondazione Teatro alla Scala acaba de fazer instalar uma solução abrangente de intercomunicação sem fio, utilizando os sistemas Bolero, NSA e RiFace da RIEDEL para unificar e modernizar a intercomunicação nos bastidores de uma das casas de ópera mais icónicas do mundo. Com o Bolero como plataforma principal de intercomunicação sem fio, essa implementação permite que o Teatro alla Scala alcance uma coordenação perfeita e em tempo real no complexo ambiente de produção.

O teatro foi inaugurado em Agosto de 1778, depois de um incêndio que destruiu o edifício original. Esta estrutura foi renovada em 1907, quando recebeu a sua configuração actual com 1987 lugares. Em 1943, durante a Segunda Guerra Mundial, o La Scala foi severamente danificado por bombardeamentos. Foi reconstruída e reinaugurada em 11 de maio de 1946, com um concerto memorável dirigido por Arturo Toscanini, duas vezes maestro principal de La Scala e colaborador dos compositores Giuseppe Verdi e Giacomo Puccini. Por ali passaram os maiores chefes de orquestra e cantores do mundo.
Em 2002, o La Scala foi sujeito a uma profunda renovação, com diversos melhoramentos, nomeadamente, na estrutura e na qualidade do som, que foi aprimorada com a remoção dos pesados tapetes vermelhos da sala principal. O palco foi totalmente reconstruído e os bastidores ampliados, o que permite o armazenamento de mais cenários, possibilitando a realização de mais produções. Agora, é mais uma nova era que se abre com esta revolução no sistema de intercomunicação, fornecido pela RIEDEL

Antes da implementação do sistema Bolero, o Teatro alla Scala dependia de uma combinação fragmentada de ferramentas de comunicação, o que criava desafios significativos de integração. A complexidade arquitectónica do local, com escadas, elevadores e zonas acusticamente sensíveis, como o fosso da orquestra e a cabine do diretor, tornavam muito difícil uma intercomunicação consistente e fiável.
O Bolero transformou completamente os fluxos de trabalho no Teatro alla Scala. A sua fiabilidade, abrangência e o interface intuitivo optimizaram a forma como a intercomunicação se processava, reduzindo o tempo de inactividade e eliminando a necessidade de correções de emergência. Durante um ensaio, são distribuídas as unidades de cinto Bolero. A maioria das equipas nunca as havia usado antes, mas o feedback que resultou da sua utilização foi consistentemente positivo. O Bolero é um elemento adicional, quase um novo membro da equipa, que oferece a precisão e a elegância que a escala das produções e a grandeza do La Scala exigem.

A solução da RIEDEL atende às altas exigências do Teatro alla Scala com um sistema escalável, que se integra perfeitamente com as exigências dos diferentes departamentos. O Bolero liga agora diretores de cena, técnicos de iluminação, engenheiros de som, operadores de vídeo, equipa da torre de palco, equipas de transmissão e o diretor, permitindo uma comunicação sem fios, ininterrupta, mesmo nas áreas do teatro com maior interferência de radiofrequência. A integração com o RiFace suporta 45 canais UHF para as equipas de rigging, enquanto o NSA garante a interoperacionalidade com sistemas terceiros, usados pela equipa de broadcast.
O sistema é usado activamente em zonas especialmente importantes, incluindo o palco, a torre do palco, os bastidores, os vários foyers, o museu, as cabines de luz e áudio e o fosso da orquestra. Isso permite a distribuição de tarefas. A gestão e os tempos de resposta mais rápidos permitem que a equipa evite deslocações constantes e melhora significativamente a eficiência operacional.

A implementação também proporcionou economias de custos reais. A fiabilidade do Bolero reduz a manutenção e o tempo de inatividade, enquanto a sua arquitetura unificada diminui os custos com equipamentos. O interface, muito intuitivo, minimiza os custos de formação, e a durabilidade do sistema , respaldada no plano de manutenção Riedel Care. Este garante desempenho a longo prazo, sem a necessidade de substituições frequentes ou reparações de emergência. Vantagens adicionais são também os tempos de configuração e de resposta, mais rápidos, os custos de mão de obra reduzidos e uma maior coordenação entre os departamentos.
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