To be or not to be…

A Royal Shakespeare Company (RSC) é uma companhia de teatro de renome mundial, cuja actividade se centra sobretudo na obra do dramturgo William Shakespeare. Ocupa o espaço em Stratford-upon-Avon, o Royal Shakespeare Theatre, onde outrora se ergueu o Shakespeare Memorial Theatre, destruído por um incêndio no século XIX. Tradição, património, respeito pelo legado do génio dramaturgo inglês e uma rigorosa disciplina de trabalho, são alguns dos ingredientes com que nos confrontamos quando olhamos para a actividade da RSC. A intercomunicação num espaço como o Royal Shakespeare Theatre, é uma questão vital, que tem de respeitar os valores do património artístico e arquitectónico que ali se pretende preservar, mas que tem de responder a exigências do século XXI. A solução para a intercomunicação no Royal Shakespeare Theatre recaiu sobre uma solução RIEDEL, à semelhança da escolha que outros grandes espaços fizeram, um pouco por todo o mundo. Valorizar e respeitar a tradição com tecnologia concebida para responder aos desafios de hoje e do futuro, sem ferir essa tradição.

Um pouco de história

A Royal Shakespeare Company (RSC) foi fundada em 1961 por Peter Hall e ocupa o Royal Shakespeare Theatre inaugurado em 1931. O novo edifício, chamado na altura New Shakespeare Memorial Theatre, foi erguido no espaço, junto ao Rio Avon, do antigo Shakespeare Memorial Theatre, inaugurado em 1879, em Stratford-upon-Avon, cidade natal de Shakespeare, depois deste ter sido destruído por um incêndio. O Royal Shakespeare Theatre foi, por sua vez, objecto de uma profunda renovação entre 2007 e 2010, parte de um projeto de transformação que custou 112,8 milhões de libras e incluiu a criação de um novo auditório com mais de 1040 lugares, que aproximou actores e público, com a distância dos lugares mais distantes do palco a ser reduzida de 27 m para 15 m. O projecto também incluiu melhorias no Swan Theatre, a criação de uma série de novos espaços públicos, incluindo um novo Riverside Cafe e Rooftop Restaurant, uma torre de observação de 36 m e melhores condições de bastidores para os actores e equipa.

A intercomunicação é uma ferramenta crucial num teatro como o Royal Shakespeare Theatre, uma ferramenta absolutamente vital para uma actividade multidisciplinar, que envolve equipas muito diversificadas, funcionando em espaços muito amplos e distanciados uns dos outros. E como acontece frequentemente neste género de espaços, o equipamento que sempre foi usado, com base em tecnologia tradicional, foi-se revelando com o avançar do tempo, inadequado, senão mesmo totalmente obsoleto. Por outro lado, este género de espaços apresenta um conjunto específico de obstáculos físicos e, não raras vezes, o seu carácter patrimonial e significado histórico condicionam fortemente intervernções com uma natureza tecnológica mais exigente.

O problema e a solução

Este género de problemas colocou-se, naturalmente, também à RSC.

No momento da mudança, a RIEDEL foi a escolha da Royal Shakespeare Company (RSC) para a instalação de uma nova rede de intercomunicação de matriz digital Artist e um sistema de intercomunicação sem fios Bolero na sua sala principal, o Royal Shakespeare Theatre em Stratford-upon-Avon. Para controlar as produções ao vivo de peças de Shakespeare, dos seus contemporâneos e de artistas vivos no teatro de 1018 lugares, as soluções da RIEDEL substituíram um sistema existente, de interfones com fio de dois anéis.

Na escolha de um novo sistema de intercomunicação, as principais prioridades da RSC foram a fiabilidade, a qualidade de som e a facilidade de uso. Vários sistemas de intercomunicação sem fio foram testados sem sucesso e, depois de analisar várias outras soluções, a escolha reacaiu na RIEDEL. No centro do novo sistema RIEDEL do Royal Shakespeare Theatre está uma rede baseada no Artist-128, equipado com seis cartões de cliente AES67-108, dois Dante-108 e um GPI-116. A plataforma Artist integra-se perfeitamente com o sistema de intercomunicação sem fios Bolero, que consiste em seis antenas e 40 unidades de cinto sem fio. Com o sistema Bolero, não há necessidade de passar cabos para interfones de dois fios, o que economiza tempo de configuração para acelerar o fluxo de trabalho. Além disso, as unidades de cinto individuais podem ser configuradas de forma rápida e fácil para diferentes utilizadores, e o sistema oferece uma qualidade de som superior e conectividade perfeita às várias antenas. Os SmartPanels da série 1200 compelatm o sistema, que será alargado aos outros espaços do complexo do Royal Shakespeare Theatre.

Bolero
Artist 128

Para uma companhia de teatro com o estatuto da RSC, a solução de intercomunicação teria de estar à altura. E é a RIEDEL que o garante.

Saiba mais sobre este projecto aqui. Saiba mais sobre os vários modelos Artist aqui e sobre o Bolero aqui. Fique a saber mais ainda sobre esta e outras soluções RIEDEL falando connosco.