O BiG é um novo produto da prestigiada marca alemã SPL, que amplia a imagem estéreo de uma maneira nova e abre novas vias criativas para moldar o som. Intuitivo, com apenas três botões de controlo. Especial e único. Um produto inovador, que vem acrescentar mais qualidade e diversificação à linha de produtos da SPL.
O BIG é uma criação da SPL Audio, uma ferramenta para moldar a imagem estéreo na perfeição, uma expansão dos produtos da série 500 com este módulo de slot duplo para processamento de palco estéreo.
Trata-se de um produto único, que redefine o conceito de estereofonia.
O BiG amplia a imagem estéreo de uma maneira inovadora e abre as portas a novas formas criativas de modelagem de som. Intuitivo com apenas três controladores.
O controlo Range, seleciona a faixa de frequência que deve ser processada. O controlo Stage, move, dentro dessa faixa de frequência, o palco estéreo para trás ou para frente. O enorme controlo BIGNESS ajusta a intensidade do processamento. Outro destaque digno de nota é a função BASS, que muitos utilizadores conhecerão do Compressor SPL IRON Mastering, um absoluto clássico em todo o mundo, presente nos estúdios de masterização de referência. Este reforço de graves é criado por um filtro passivo, que é implementado num circuito semelhante à função AirBass do IRON.
Todos os componentes do BIG são instalados em placas de circuito que usam a tecnologia Through-hole, para que os componentes que oferecem a melhor qualidade sonora possam ser usados. A marca alemã assegura, ela própria, a produção do BIG.
O BIG constitui, em suma, uma ferramenta extremamente útil, de alta qualidade, muito simples e intuitiva de operar, que acrescenta um enorme potencial criativo ao moderno estúdio de som.
A série 500 inclui ainda, recordemo-lo, para além do BIG, o módulo de auscutadores HPm, o Dual Band deEsserDeS, e o Transient DesignerTDx. Uma linha de práticas ferramentas, indispensáveis no moderno estúdio de som.
Uma questão central em qualquer estúdio é o controlo da escuta. A variedade existente hoje de formatos de áudio, a diversidade de modelos de projecção sonora e a configuração dos respectivos sistemas de escuta, determinam a necessidade de selecção de fontes especializadas e da utilização de equipamentos de controlo de nível, multicanal, que sirvam este propósito. O formato estéreo prevalece. O Feedforward continua esta série dedicada a contoladores de escuta em estúdio, uma série em que falamos das alternativas que lhe propomos para controlar a escuta do seu estúdio. Daqui poderá concluir qual a opção mais apropriada às suas necessidades e orçamento. Hoje trazemos-lhe um novo e sólido modelo, que acaba de ser disponibilizado pela SPL. Um modelo de escuta clássico de estúdio, recheado de novas funções e qualidades que o vão surpreender.
Novos caminhos da escuta em estúdio
Sucessor do popular modelo MTC (entretanto, descontinuado) a SPL propõe-nos agora o novo MTC MkII como solução para o controlo da escuta em estúdio. Um modelo de estrutura estereofónica, recheado de novas, extremamente úteis e excitantes possibilidades.
O MTC MkII permite escolher entre quatro fontes de entrada estéreo (uma das quais pode ser atribuída para actuar como um cue mix dedicado) e três pares de altifalantes, com uma saída única fornecendo um sinal somado para alimentar um subwoofer ou altifalante mono. Outro par de saídas permite que o cue mix seja passado para outro equipamento, um amplificador de auscultadores, por exemplo, enquanto uma saída talkback permite que o sinal de um microfone interno seja ligado a um sistema de altifalantes na sala de captação, ou a um interface A/D que permitem mais opções de ligação. O talkback pode ser activado por meio de um botão no painel frontal ou de um pedal TS/TRS a uma entrada no painel traseiro. Outra saída estéreo permite ligações a outras fontes como analisadores externos, que reflectem o nível presente nas saídas dos altifalantes.
Funções únicas
O grande botão de alumínio no centro do painel frontal permite o controlo geral de nível, com uma série de interruptores ao longo da faixa superior, que se destinam a controlar todas as funções de comutação e monitorização.
O MTC MkII possui dois amplificadores de auscultadores integrados, cada um com seu próprio controle de volume, com o segundo tendo a opção de ser configurado como uma mistura de teste para os músicos, fornecido através da entrada de sinalização. Ambas as saídas de auscultadores incluem o Phonitor Matrix da SPL, uma versão simplificada dos recursos encontrados nos amplificadores de auscultadores Phonitor, de que anteriormente lhe falámos aqui no Feedforward. O MTC Mk2 oferece som de auscutadores duplamente! O estágio de saída dos amplificadores de auscultadores é projetado como um amplificador push-pull no modo Classe AB. Os transistores bipolares compartilham a amplificação das meias ondas positiva e negativa, o que produz um ganho maior e uma tensão de saída mais alta do que na operação Classe A, onde apenas um transistor amplifica as duas meias ondas.
Os transistores do estágio de saída são acoplados termicamente e, portanto, funcionam de forma particularmente coerente, o que contribui para uma imagem de som consistente e estável. A fonte de alimentação possui um buffer de baixa resistência de fonte, garantindo reservas de corrente suficientes, mesmo a alimentar auscultadores de baixa impedância.
Mais funções
Um interruptor Dim atenua a saída activa em 10dB, um interruptor Mute de altifalante permite que os utilizadores desliguem rapidamente todas as saídas de altifalante e um segundo Mute controla as saídas dos auscultadores. Em termos de funções de escuta, existem opções para LR Swap, Polarity e Mono. Além disso, estas duas funções podem ser combinadas para fornecer sinal M/S. Uma característica única neste género de equipamentos. Usando o Mono e o interruptor de inversão de fase em conjunto, é possível ouvir apenas o sinal M ou S. Quando em Modo Mono e quando a inversão de fase está activa, apenas o sinal S é reproduzido. Se a inversão de fase estiver desactivada, é reproduzido o sinal Mono, correspondente ao sinal M. A escuta separada dos sinais M e S tornou-se um prática comum em casos de mistura e masterização.
Painel traseiro do MTC MkII
O novo MTC MkII é um exemplo particularmente significativo da engenharia alemã, bem concebido, inovador, sólido e fiável, um produto com a garantia SPL.
Procurámos-lhe trazer-lhe aqui uma breve olhar sobre o novo MTC MkII. Se quiser saber mais sobre este modelo veja aqui. Para saber mais sobre o Phonitor e os seus fundamentos veja aqui. Mas fique a saber mais ainda, consultando-nos. Colaboraremos consigo na procura da solução que mais se adquea às suas necessidades.
O Phonitor xe é um amplificador de auscultadores, autónomo. Um modelo de topo, desenvolvido sem compromissos. O Phonitor xe assenta na tecnologia Phonitor Matrix, criada pela SPL, tem controlo remoto de volume, vuímetro retro-look, um conversor DA premium, opcional e usa ainda a tecnologia VOLTAiR. Entre muitas, muitas outras características únicas. Tudo isto faz do Phonitor xe um dos melhores e mais versáteis amplificadores de auscultadores do mundo. Fabricado pela SPL. Ouça para crer.
O amplificador de auscultadores Phonitor xe oferece ao profissional de áudio um imenso universo de possibilidades. Desde logo um som de qualidade superior para qualquer tipo de auscultadores. Ligações para auducultador standard, com jack estéreo, e para auscultadores balanceados, usando ficha XLR de 4 pinos. Graças à enorme potência de saída, todos os auscultadores são alimentados, sem esforço. O Phonitor xe aproveita, para isso, as vantagens da tecnologia VOLTAiR e recompensa o ouvinte com uma experiência de som fiel, detalhada e, ao mesmo tempo, muito vívida.
Uma das características exclusivas do Phonitor xe da SPL é o uso da tecnologia Phonitor Matrix. Com ela, os profissionais, quer na fase de de mistura quer na masterização, podem trabalhar em condições perfeitas com auscultadores, que depois se traduzem exmplarmente em todos os tipos de sistemas de altifalante estéreo. Mas a tecnologioa Phonitor Matrix não foi projetada apenas para uso profissional em estúdio. Ele também permite que o entusiasta de alta fidelidade desfrute de música ouvida através de auscultadores, como se fosse reproduzida em altifalantes. Já aqui nas NOTÍCIAS AVANTOOLS lhe falámos de outros modelos da marca alemã, destinados a outros segmentos de utilizadores, que usam a mesma tecnologia.
Muito haveria a dizer sobre as características do Phonitor xe. O controlo de volume, desenhado ergonomicamente, também possível através de modo remoto; as seis fontes estéreo utilizáveis (XLR, RCA e através do DAC768 opcional também USB, COAX, OPTICAL e AES); o aclamado chip DAC AKM AK4490 Velvet Sound™ premium, usado no conversor digital-analógico opcional, que graças à sua arquitetura reproduz os melhores detalhes do sinal sonoro; a saída analógica do chip DAC filtrada por dois filtros passa-baixo: um para áudio PCM e outro para áudio DSD; os dois vuímetros mecânicos, que permitem visualizar os níveis de entrada para o canal de áudio esquerdo e direito; o controlo de lateralidade de alta resolução; a tecnologia VOLTAiR, baseada na tecnologia SPL de referência chamada 120V, única no mundo, que funciona numa tensão DC de 120 volts. Isso é quatro vezes maior do que os amplificadores operacionais semicondutores baseados em IC – a máxima qualidade do sinal áudio requer a tensão operacional de áudio o mais alta possível; e, enfim, o Phonitor xe aceita quase todas os formatos de ligação de sinal áudio: balanceado, via XLR ou desbalanceado, via RCA.
Apenas um curto sumário das características desta obra brilhante de engenharia que é o Phonitor xe da SPL. Pode consultar estas caracteríscas em detalhe, bem como diversos vídeos e outra documentação sobre este modelo aqui.
Se quiser ficar a saber mais sobre este e outros produtos da SPL, consulte-nos. Ficará assim a conhecer o mundo de possibilidades que os produtos da SPL lhe oferecem.
O Phonitor 2 é a última novidade da SPL. Trata-se de um moderno amplificador de auscultadores, concebido para engenheiros de som, para mistura e masterização baseado em conceitos tecnológicos de excelência, como é apanágio da marca alemã. Os altifalantes também podem ser ligados ao Phonitor 2, o que o transforma num controlador de monitorização de estúdio completo. O Phonitor 2 segue e linha do êxito dos modelos Phonitor One e Phonitor One d. No moderno ambiente de trabalho em áudio, o Phonitor 2 é mais do que outro produto da inovadora marca alemã. Trata-se de uma ferramenta única, recheada de características avançadas, imprescindível no estúdio moderno, em aplicações de áudio puro ou em áudio para vídeo.
O Phonitor 2 é uma nova proposta da SPL, na linha dos outros modelos da série (o Phonitor One e o Phonitor One d,) de que já lhe demos conta anteriormente, aqui no Feedforward.
A alma, a inovação, a verdadeira revolução introduzida na série Phonitor, reside na tecnologia Phonitor Matrix, um sistema graças ao qual é possível monitorizar o som por meio de auscultadores, da mesma forma que é feita por meio de altifalantes. Para conseguir isso, o efeito superestéreo é corrigido, o que faz com que a colocação de vozes e instrumentos no placo estéreo pareça ser mais amplamente distribuída e efeitos como reverberação e delays sejam potenciados. O funcionamento está esquematizado na ilustração seguinte.
O Phonitor 2 aceita 2 entradas XLR e 1 RCA, possui controlo solo L/R, inversão de fase para L e R, saída comutável para auscultadores ou altifalantes, mute e controlo da função Phonitor Matrix, com crossfeed, ângulo do altifalante e nível geral (este pode ser desligado). A saída para os altifalantes activos é feita em modo simétrico, via XLR. Podem ser ligadas duas fontes estéreo balanceadas e uma não balanceada ao Phonitor 2. Se um leitor de CD ou outro equipamento HiFi estiver ligado às entradas RCA, o nível deste pode ser aumentado de -10 dBV para 0 dBu usando um DIP switch, na parte inferior da unidade. Desta forma, o nível das fontes é comparável. Uma característica verdadeiramente útil para quem trabalha em masterização.
O Phonitor 2 possui vuímetros mecânicos. que podem ser calibrados através do controlo VU Cal. Pela sua própria natureza, a audição pode ser direcionada mais para a esquerda ou mais para a direita. Isso é particularmente evidente com a utilização de auscultadores. Por isso, o Phonitor 2 possui um controlo de lateralidade de alta resolução. Com ele, o centro pode ser ajustado com grande rigor.
Tecnologia 120V, também no novo Phonitor 2
Fique a saber ainda que o novo Phonitor 2 usa a tecnologia 120V, um exclusivo da SPL, presente noutros equipamentos da marca, cujas características poderá ficar a conhecer melhor aqui.
Apresentámos-lhe um brevíssimo sumário das características do novo Phonitor 2. Veja o que profissionais de topo dizem sobre o Phonitor 2 neste e neste vídeo Para saber mais consulte esta página ou venha falar connosco, para ficar a conhecer ainda melhor este revolucionário modelo ou para uma demonstração. Veja aqui também os outros produtos da SPL ao seu dispor.
A SPL oferece ferramentas únicas para o profissional do som. Assentes numa tecnologia única, distinguem-se pela sua precisão e pela extrema robustez. Não há estúdio nem profissional de som de referência que não disponham de um modelo da SPL no seu arsenal. O Madison é um destes modelos do fabricante alemão, que exibe características únicas, que nenhum outro fabricante disponibiliza. Razões que justificam ficar a conhecer melhor esta ferramenta, imprescindível no mundo do áudio profissional.
O modelo Madison é um conversor AD/DA de 16+16 canais e interface MADI. Este modelo oferece o que quase nenhum outro fabricante, neste segmento de preço, tem para oferecer: 16 conversores AD/DA. Se lhe juntar o SmartMADI e o Madicon, o conjunto torna-se uma interface de estúdio multicanal, expansível, de primeira ordem.
Quando adquire um Madison passa a dispor de um interface que lhe proporciona:
Distância de transmissão MADI até 2 km Latência MADI I/O: 1 sample Porta óptica MADI, tipo SC Modos Hi/Lo de 56 e 64 canais Varispeed até +/- 12,5% Sincronização para MADI, Wordclock ou Interna ID do dispositivo para encadeamento Conversores 16 AD e 16 DA 24 bits / até 192 kHz LED de nível por canal em blocos de quatro facilmente legíveis O dBfs: 15, 18, 22 ou 24 dBu Unidade de fonte de alimentação redundante opcional
Sem ventoinha o Madison é particularmente adequado a ambientes sensíveis ao ruído.
Se lhe juntar o Madicom ficará a dispor de um interface MADI mais fácil de operar, simples e moderno. Ao ligar o Madicon e o Madison ficará a dispor de um dispositivo de áudio sobre IP, mais fácil de configurar e mais fiável. Não necessita de um roteador MADI adicional para mais de dois dispositivos MADI. A sample rate é transmitida via fluxo MADI que, de forma muito prática, o Madison segue automaticamente.
Veja aqui as características detalhadas destes produtos. Confira também os esquemas que lhe descrevem as configurações possíveis, videos e algumas análises da imprensa especializada. Contacte-nos para mais informações sobre estes e outros produtos da SPL.
No domínio da produção áudio, a masterização é, sem dúvida, um processo rodeado de uma aura muito especial. Esta etapa final encerra um percurso que se inicia na cabeça do compositor e lhe permite, finalmente, disponibilizar o produto da sua criatividade ao seu público alvo, seja onde for, em qualquer dos suportes hoje em dia disponíveis. É um processo crucial, capaz de ditar o sucesso ou insucesso de um projecto e determinar até uma carreira. Das ferramentas necessárias ao processo de masterização, só se lhes pode exigir uma coisa: qualidade de topo. Veja aqui quais as ferramentas que lhe disponibilizamos para executar o seu trabalho, de acordo com os mais altos padrões que dele se exigem.
Masterização é uma expressão que tem tido diferentes interpretações ao longo da história do som gravado, de acordo com os diferentes estágios a que a tecnologia se encontra. Até aos anos 40 do século passado, masterizar significava criar um master, um molde original a partir do qual as cópias de uma gravação eram reproduzidas para distribuição. O processo era inteiramente mecânico. A partir daí, com o aparecimento da fita magnética, com base na qual um primeiro original era cria, foi introduzido um processo intermédio, que visava preparar esse original, em fita magnética, para ser transferido para um novo molde, semelhante ao descrito anteriormente, embora feito em novos materiais e susceptível de ser utilizado um processo de duplicação mais sofisticado. O processo era de natureza electromencânica e, de certa forma, ainda se mantém, em certos tipos de produção. A partir dos anos 80 e 90, com a chegada da tecnologia digital ao domínio do áudio, o processo de preparação de um master assenta em tecnologia de origem exclusivamente electrónica.
A masterização é a etapa final da pós-produção de áudio. O seu objetivo é, em traços gerais, equilibrar os elementos sonoros de uma mistura estéreo e optimizar a reprodução em todos os sistemas e formatos de suportes. Tradicionalmente, a masterização é feita usando ferramentas como equalização, compressão, limitação e correcção da imagem estereofónica. A masterização pode ser assim vista como a cola ou o envernizamento que optimiza a qualidade de reprodução em todos os dispositivos – desde minúsculos alto-falantes do iPhone até aos enormes sistemas de som de uma discoteca. A masterização preenche a lacuna entre o artista e o consumidor. O próprio termo vem da ideia de uma cópia mestra. Todas as cópias ou duplicações do áudio vêm dessa cópia mestra. Essas cópias podem ser distribuídas em vários formatos, como vinil, CD, fita, e outros, ou em serviços de streaming como o Spotify, Bandcamp, iTunes e SoundCloud. Além disso, a masterização permite a reparação de determinados artefactos, cliques ou pequenos erros originados na mistura final. A masterização também garante uniformidade e consistência de som entre várias faixas de um álbum. Em última análise, o que a masterização faz é criar uma sensação limpa e coesa em todo o áudio. Tudo isto resulta de uma operação complexa que envolve a utilização de ferramentas áudio muito sofisticadas e precisas.
As ferramentas essenciais da operação de masterização começam no estúdio. Envolvem monitores de alta precisão, o equipamento de transferência e suporte do sinal (DAW), e toda a cadeia de processamento, especial para este tipo de operações. Que, como se disse, incide fundamentalmente sobre a equalização, a compressão e a correcção da panorâmica.
A Avantools disponibiliza-lhe o equipamento de referência para toda as tarefas incluídas no processo de masterização. No que respeita aos monitores, chamamos-lhe, em especial, a atenção para a linha de monitores PMC, a referência absoluta para as operações de mistura e masterização. Descubra aqui a ampla linha de monitores da marca inglesa. No que respeita ao equipamento de processamento, propomos-lhe a SPL, igualmente a referência nesta área específica. Pode consultar toda a linha da marca alemã para masterização aqui.
Consulte-nos para mais informações sobre estes e outros equipamentos que lhe propomos para o seu estúdio.
O Frontliner é uma das últimas novidades da linha de ferramentas de estúdio de excelência da SPL. Perfeito para gravar vozes e instrumentos com a mais alta qualidade. Colocado mesmo acima do já lendário Channel One, o Frontliner combina pré-amplificador, de-esser, EQ e compressão, saturação, e pode ser usado individualmente ou em conjunto com outros equipamentos.
Frontliner da SPL
O Frontliner da SPL é um pré-amplificador híbrido, que contém um estágio semicondutor, discreto, e um estágio de válvula. A construção híbrida do pré-amplificador combina as vantagens dos semicondutores (alta dinâmica, com baixa distorção e baixo ruído) com as qualidades musicais do som da válvula (agradável espectro de tons altos / harmónicos, rigorosa tridimensionalidade.)
O pré-amplificador de microfone é construído de forma totalmente discreta a partir de transistores exclusivos. Possui alimentação phantom de 48 V, inversão de polaridade, padding e um filtro LF. A entrada de linha possui um estágio de balanceamento, de precisão, para ligar equipamentos adicionais de estúdio. A entrada de instrumento, também discreta e de baixo ruído, é facilmente acessível do painel frontal. Adicionalmente, o Frontliner contém um DeEssser, um compressor/limitador, um Equalizador/Tube Saturation e um VU grande.
Cada módulo do Frontliner tem as suas próprias entradas e saídas balanceadas. Graças a uma lógica de circuito sofisticada, a unidade pode ser integrada como dispositivo único de um ambiente de estúdio clássico. No entanto, estes diferentes módulos também podem agrupados, conforme necessário ou podem ser definidos pontos de inserção em cada interface.
Frontliner I/O
Se pensarmos nos módulos do Frontliner como plug-ins analógicos, o seu valor acrescentado torna-se perfeitamente claro. Isto faz dele uma estação de processamento analógica muito versátil, além de constituir um canal de gravação clássico. Os estúdios assentes em DAW, em especial, são enriquecidos com uma unidade de gravação clássica de topo, que é mais do que um instrumento de gravação. Através da sua sofisticada estrutura de I/O, é possível aceder a processadores analógicos, para o processamento de sinal, durante a fase de mistura.
Saiba mais sobre o Frontliner da SPL e fique a conhecer também as outras unidades que com ele podem ser combinadas, como o Channel One ou o Track One. Fique a conhecer as características de todos estes equipamentos de excelência da SPL e decida qual o que mais se adequa às suas necessidades. Contacte-nos para informações adicionais.
Aqueles de nós que não prescindem do seu equipamento analógico periférico, para processamento de sinal, sabem que as ligações são um dos problemas que afecta e limita a sua utilização. A ligação e re-ligação destes equipamentos, sobretudo num quadro de utilização sob pressão e em contexto criativo, pode ser uma tarefa complicada ou mesmo impossível. Que bom seria se um sistema expedito de ligações, como aquele que as soluções digitais proporcionam, estive à nossa disposição. Mas está! É o HERMES da SPL. Uma ferramenta vital para qualquer estúdio profissional moderno.
O debate entre o analógico e digital parece nunca ter fim. No final, parece um assunto que depende mais de opções pessoais, que não merece discussão. Há, porém, um ponto deste debate que merece reflexão séria. O digital proporciona uma facilidade e uma precisão de operação que não parece oferecer contestação. O equipamento analógico parece cair fora deste território de possibilidades, sem alguma adaptações complexas, caras e morosas. Mas há uma solução. Tão fácil como mudar a ordem dos plugins numa qualquer DAW, o modelo HERMES da SPL proporciona a resposta a todos os que não prescindem das qualidades sonoras do seu equipamento analógico. Com o HERMES, têm a flexibilidade de utilização que a solução digital trouxe, sem comprometer as exigências de qualidade sonora.
O HERMES é uma matriz de ligação que revolucionou o trabalho estúdio. É possível com esta ferramenta processar o sinal áudio através de até 8 processadores estéreo, seja qual for a sua ordem, na cadeia de processamento, através do simples premir de um botão. E pode comparar até 4 cadeias complexas de processamento, para testar resultados. Uma pequena revolução que une o melhor de dois mundos.
O HERMES aceleera fluxos de trabalho de uma forma real, sem precedentes. A reprogramação de um patchbay e o tempo que leva, tornou a comparação, só por si, extremamente difícil ou mesmo quase impossível. Com o HERMES pode mudar, guardar e comparar cadeias de processamento diferentes em segundos e sem qualquer software adicional.
Saiba mais sobre esta ferramenta imprescindível aqui. Veja este video que descreve em detalhe o modo de funcionamento do HEREMS e assista a esta análise sobre esta ferramenta, imprescindível no seu estúdio. Venha falar connosco para mais informações sobre esta e outras ferramentas fundamentais da SPL.
Muito compactos, sólidos, multifuncionais, facilidade de operação, qualidade de som imaculada, estas são algumas das características da linha ONE que a SPL acaba de lançar. Depois do modelo PhonitorOne e OneD (de que lhe falámos aqui há pouco tempo), a SPL acrescenta agora os modelos Marc e Control. Leve e eleve o nível de monitorização do seu estúdio a um patamar profissional com estas soluções propostas pela SPL com a sua série ONE. Os modelos incluídos nesta série constituem ferramentas indispensáveis num estúdio moderno.
Marc ONE
Falámos-lhe aqui há pouco do novo modelo Phonitor da SPL. Trata-se de uma solução profissional, muito flexível e de alta qualidade para monitorização através de auscultadores. Os novos Control e Marc One alargam o conceito para as colunas. Trata-se de unidades de controlo de monitorização capazes de controlar até dois sistemas de colunas, incluindo um subwoofer, para além de continuarem a permitir a monitorização através de auscultadores, incorporando a mesma tecnologia do Phonitor.
O Control One proporciona-lhe entradas e saídas analógicas, através das quais poderá ligar o seu equipamento analógico e dirigi-lo ao seus sistemas de monitorização, colunas ou auscultadores. Dispõe ainda de 2 saídas de linha. No caso do Marc One, para além das funções semelhantes ao Control One disporá ainda de uma entrada digital e duas saídas digitais adicionais, via USB, que acedem um conversor AD/DA de 32bit, com capacidade de processar frequências de amostragem de até 768kHz PCM. O que lhe proporciona, por sua vez, a mais alta capacidade de conversão DA e transforma o Marc One num poderoso conversor AD de alta resolução, utilizável com a sua DAW.
Control ONE
A série ONE da SPL oferece-lhe uma solução de monitorização para o seu estúdio, da mais alta qualidade, à medida das suas necessidades e facilmente adaptável às suas condicionantes de funcionamento.
Saiba tudo sobre a nova Série ONEaqui. Veja um video com as características gerais dos novos modelos aqui. Veja aqui uma análise bastante ampla das capacidades do Marc One. Fale connosco para mais informações sobre estes equipamentos.
A SPL acaba de lançar um notável produto, que os mais exigentes não vão poder dispensar: o Phonitor Oned. Ligue os seus auscultadores favoritos e tire partido da inultrapassável qualidade desta nova ferramenta para a sua escuta, indispensável as suas tarefas com o som, seja em trabalho, seja em lazer. O Phonitor One é mais do que um novo modelo de equipamento para escuta. É um novo conceito que vai revolucionar seguramente o modo como ouvimos, no estúdio e em casa.
A SPL habituou-nos desde há muito a produtos que se podem agrupar na categoria da excelência. A palavra quer dizer, neste caso, inovação, qualidade, design, fiabilidade e solidez, as caracterísitcas que sempre distinguiram e continuam distinguir a marca alemã. O novo Phonitor One está nessa categoria, mas às características apontadas junta-lhe uma outra: estamos aqui perante um produto produto revolucionário, que vai certamente transformar fluxos de trabalho tradicionais e se vai tornar ferramenta básica para quem escuta, seja profissional, no estúdio, seja um exigente apreciador da mais alta qualidade do som.
O Phonitor One é um amplificador especialmente concebido para ser usado com auscultadores. Com uma diferença: ligue as saídas analógicas directas do seu equipamento analógico ou as saídas digitais directas do seu equipamento digital (leitor de CD/DVD, computador, tablet ou smartphone) ao Phonitor One e os seus circuitos, especialmente desenhados para reconstruir e reproduzir o sinal, vão permitir-lhe desfrutar do melhor som que jamais poderá obter. Indispensável para o profissional, utilizável para uma escuta fiel na mistura ou na masterização do som, mas utilizável também pelo audiófilo exigente, para a sua escuta pessoal. Ouvirá o palco sonoro dos seus registos como não foi possível, até agora, com qualquer outro equipamento. Graças ao revolucionário Phonitor Matrix é possível fazer variar o crossfeed entre canais e obter assim uma reprodução semelhante à que se obtém com um sistema de altifalantes.
Tudo isto graças ao desenho dos circuitos deste novo e revolucionário aparelho. Dois pré-amplificadores Burr-Brown OPA 2134 SoundPlus™ asseguram um estágio de pré-amplificação da mais alta qualidade. Ligue duas fontes analógicas via entradas balanceadas (TSR) ou não balanceadas (RCA), ligue as fontes digitais de um leitor de CD, computador ou do equipamento móvel (tablet ou smartphone.) O conversor DA, 32 bit, Velvet Sound ™ reproduz o som em frequências de amostragem até 768 kHz ou DSD4. O Phonitor One vem em dois modelos. Com as saídas de linha do Phonitor OneD dispõe de um conversor DA, state of the art, até 768 kHz.
Mais um triunfo da engenharia da SPL. Consulte toda a informação que necessita sobre o novo Phonitor Oneaqui e sobre o Phonitor One Daqui. Venha falar connosco para mais informações e demonstrações.